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Em Recife, o calor de dezembro transforma a cidade num jardim de acácias, ipês, caraibeiras, flamboyants, jasmineiros e espatódeas. São as nossas árvores de Natal, enfeitadas com flores naturais. Mangueiras e cajueiros se carregam de frutos em gradações de vermelho, amarelo e verde, pingentes mais...

Foi triste o dia de nossa Senhora da Conceição. Mesmo para os não católicos nem devotos, é bonito olhar as casas do morro, pintadas de azul, e as ruas iluminadas para a festa. Neste ano sem procissão, sem sinos tocando, sem salvas de fogos às...

Toda escolha pressupõe um julgamento de valor, vivemos optando entre o que achamos bom ou ruim. Quanta tragédia por causa das escolhas, desde o começo da história. Caim cultivava o solo e Abel era um pastor de ovelhas. Caim vivia preso à terra e Abel...

Meu avô paterno José Leandro Correia morreu aos 57 anos, convicto de que iria para o céu. Durante parte de sua existência, deu esmolas para os cofres da igreja matriz de São Raimundo Nonato, paróquia de Várzea-Alegre, lugar onde sempre viveu. Em troca, recebia indulgências...

Por Natasha Belfort Palmeira   Numa crônica de 1894 intitulada O punhal de Martinha, Machado de Assis comparou o destino de dois punhais: o de Lucrécia, imortalizado por Tito Lívio, e o de uma certa Martinha, moça de Cachoeira, na Bahia, que virou notícia numa gazeta local por...

Num dia 26 de julho, enquanto atendia os doentes, escutei um canto forte e bonito, parecendo a voz de Clementina de Jesus. Nada demais cantar, embora as pessoas cada dia cantem menos enquanto trabalham ou descansam. O inusitado é que a mulher cantava dentro de...

– Tereza, não vá! – Vou! E foi. Difícil contar a história. As palavras mudam o significado todos os dias, se transformam. Perdem a validade como os remédios nas prateleiras das farmácias ou os iogurtes nos supermercados. O que era compreensível há cinquenta anos virou...

O começo Maria Caboré vivia de pilar arroz, a um vintém cada cinco litros, e de outros trabalhos que a vida a obrigara a aprender. Carregava água para encher os potes das casas, lavava roupa, fazia mudanças, cozinhava. Desde menina conhecera a dureza de uma lida...

Dizem que o achado entre os cearenses de uma doença neurológica chamada impressão basilar, que acomete a transição do crânio para as vértebras, é herança judaica. Será verdade? Chegaram tantos cristãos novos ao deserto cearense? Isso explica a aparência de que nossas cabeças estão sentadas...