{"id":956,"date":"2017-12-27T18:26:06","date_gmt":"2017-12-27T21:26:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/?p=956"},"modified":"2017-12-27T18:26:31","modified_gmt":"2017-12-27T21:26:31","slug":"porto-velho-velho-puro-mormaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/2017\/12\/porto-velho-velho-puro-mormaco\/","title":{"rendered":"Porto Velho velho, puro morma\u00e7o"},"content":{"rendered":"<div class=\"matler-share\"><a class=\"icon-font icon-facebook\" title=\"Facebook\" href=\"http:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?s=100&amp;u=http:\/\/www.revistacontinente.com.br\/secoes\/coluna\/porto-velho-velho--puro-mormaco&amp;p[title]=Porto%20Velho%20velho,%20puro%20morma%C3%A7o&amp;p[summary]=\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><a class=\"icon-font icon-twitter\" title=\"Twitter\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=http:\/\/www.revistacontinente.com.br\/secoes\/coluna\/porto-velho-velho--puro-mormaco&amp;text=Porto%20Velho%20velho,%20puro%20morma%C3%A7o\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Twitter<\/a><a class=\"icon-font icon-gplus\" title=\"Google Plus\" href=\"https:\/\/plus.google.com\/share?url=http:\/\/www.revistacontinente.com.br\/secoes\/coluna\/porto-velho-velho--puro-mormaco\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Google Plus<\/a><\/div>\n<div class=\"matler-text\">\n<p align=\"justify\"><strong>Recusei o caf\u00e9<\/strong>\u00a0da manh\u00e3 no hotel. Queria provar a culin\u00e1ria de Porto Velho. Nada dos manjados fiambre, presunto, queijo prato e mussarela ou bolo formigueiro de chocolate, que enjoamos de comer mundo afora. Sa\u00ed \u00e0 procura de um sabor rio Madeira e encontrei-o no Mercado Central, em caf\u00e9s restaurantes onde as pessoas disputam mesas como nos mercados do Recife. Havia tapioca, sim, mas feita al\u00e9m de goma com a castanha do Par\u00e1 torrada e mo\u00edda. E mingau de banana e milho. E caldo de carne engrossado com farinha de mandioca e ovo. Do lado de fora, uma mulher vendia manu\u00ea assado na palha de bananeira, que l\u00e1 chamam como em Pernambuco de p\u00e9 de moleque, um bolo r\u00fastico de massa puba, a\u00e7\u00facar e \u00e1gua, em que o coco foi substitu\u00eddo pela castanha. O Cear\u00e1 \u00e9 presen\u00e7a marcante na cultura amazonense, sobretudo no meio da gente mais pobre. Em Rond\u00f4nia, os colonos ricos vieram quase sempre do Paran\u00e1, no per\u00edodo recente da coloniza\u00e7\u00e3o, gente do agroneg\u00f3cio, da extra\u00e7\u00e3o de madeira e dos min\u00e9rios.<\/p>\n<p>Eu tinha recebido convite para uma mesa no Cine Amaz\u00f4nia, festival de cinema ambiental que este ano completou quinze anos. \u00c9 de poesia que o mundo precisa, o t\u00edtulo da conversa com os poetas Binho \u2013 Rubens Vaz Cavalcante \u2013 e Jos\u00e9 In\u00e1cio Vieira de Melo. A poesia nos mostra o mundo com signos e lentes renov\u00e1veis e recicl\u00e1veis, afirmou o professor Binho no come\u00e7o de sua fala. Viajei a Porto Velho desejando trocar as lentes dos meus \u00f3culos, sentir a poesia da regi\u00e3o que eu visitara uma \u00fanica vez na vida, h\u00e1 40 anos. Finalizo meu romance, que se passa boa parte em florestas e \u00e1guas do Norte. Aceitei o convite porque um dos produtores do festival, Jurandir Costa, me armou um la\u00e7o \u00e0 primeira recusa: voc\u00eas escritores vivem falando que \u00e9 necess\u00e1rio salvar a Amaz\u00f4nia, mas n\u00e3o se esfor\u00e7am nem mesmo em vir conhecer isso aqui. Esquecem que se trata de metade do territ\u00f3rio brasileiro. Depois dessa, eu precisava apenas fazer as malas e correr ao aeroporto. N\u00e3o gostei que a companhia a\u00e9rea atrasasse o voo no Recife, perdendo a conex\u00e3o em Bras\u00edlia. Resultado: vinte e quatro horas de molho em nossa capital, onde eu n\u00e3o pretendia ir assistir nenhuma encena\u00e7\u00e3o no Congresso ou Senado. O hotel era bom, mas a dieta se resumia a peito de frango e arroz, hamb\u00farguer com fritas e macarr\u00e3o ao molho de tomate. Os tambaquis, pirarucus, dourados, tucunar\u00e9s e pacus ficaram para o dia seguinte, depois de horas tediosas no serrado seco e quente.<\/p>\n<p>O hotel. Somos 18 v\u00edtimas da companhia a\u00e9rea Gol. Casais, crian\u00e7as, gente com tra\u00e7os marcadamente ind\u00edgena, brancos, mulatos, negros. Povo miscigenado, d\u00e1 gosto ver. O \u00f3cio, o t\u00e9dio de ficar trancado no quarto imp\u00f5e o conv\u00edvio, por mais arredio que sejamos. Entre o sagu\u00e3o e o restaurante, onde se engole a ra\u00e7\u00e3o imposta, um batente amenizado por rampa de metal. Todas as pessoas trope\u00e7am nele e amea\u00e7am cair. Distraio-me aguardando os tombos, mas uma loura maquiada e pouco vestida descobre que sou escritor, me viu em algum programa de entrevistas na TV. Obrigam-me a\u00a0<em>selfies<\/em>\u00a0e at\u00e9 sugerem uma entrevista para o\u00a0<em>face book<\/em>\u00a0da garota. Corro da parada, confesso-me t\u00edmido.<\/p>\n<p>Porto Velho. O morma\u00e7o na poesia de Elizeu Braga: morma\u00e7o na flor na pele\/ no suor dos olhos o corre\/ daquela senhora que anda\/ pra cima e pra baixo\/ com aquela menina escanchada no ombro\/ com a cara aberta num sorriso&#8230; Chegamos ao mercado primeiro Avelina, Z\u00e9 In\u00e1cio e Binho, ao caf\u00e9 do cearense fundeado no madeira h\u00e1 meio s\u00e9culo. Tudo de comer \u00e9 bom e decido comer tudo, me embriagar de sabores. O que n\u00e3o presta \u00e9 o caf\u00e9, coado, ado\u00e7ado e frio na garrafa t\u00e9rmica. Deixo passar. A conversa em torno da poesia lembra abelhas dando voltas \u00e0 procura de mel. Chega Marcos Aur\u00e9lio, professor, ensa\u00edsta e secret\u00e1rio de educa\u00e7\u00e3o, que mediou nossa mesa. Com ele, a esposa. Depois de muita conversa, tapiocas, caldos de peixe e mingau, baixa Elizeu. Mais poesia e morma\u00e7o no rosto do pedreiro velho\/ que conhece a cidade como as marcas da m\u00e3o\/ morma\u00e7o no suor escorrendo evaporando\/ um horizonte quente subindo do ch\u00e3o\/ quem escuta a voz da cidade\/ quem ainda acredita nas lendas dos deuses colonizadores\/ quem se senta pra escutar os contadores do desenvolvimento\/ demolidores que confundem lucro com sustento&#8230;<\/p>\n<p>O professor Marcos Aur\u00e9lio n\u00e3o disfar\u00e7a a como\u00e7\u00e3o. Poetas conhecidos chegam, sentam, comem, bebem caf\u00e9 ruim, dizem poemas pr\u00f3prios e alheios, se embriagam de poesia e morma\u00e7o. Na mesa ao lado se acomodam os quatro membros do j\u00fari do festival, todos cineastas. Meio dia, o passeio de barco pelo rio at\u00e9 o lago da hidroel\u00e9trica e o almo\u00e7o com riqueza de peixes. De volta ao ch\u00e3o firme, o caminho pela cidade, tentando ler os sinais que o poeta Elizeu Braga nos aponta. Pr\u00e9dios em abandono como no restante do Brasil, mem\u00f3ria fragmentada da ferrovia Madeira\/Mamor\u00e9, de que restam os trilhos, as esta\u00e7\u00f5es, os vag\u00f5es enferrujados, os armaz\u00e9ns, o sonho de transforma\u00e7\u00e3o e riqueza, a mem\u00f3ria do sacrif\u00edcio de milhares de \u00edndios, nativos e imigrantes. Mais um sonho grandioso de integra\u00e7\u00e3o fracassado, como o da Transamaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>\u2013 Vamos \u00e0 casa de Dom Lauro.<\/p>\n<p>Casa ou baito? Choupana de var\u00f5es, teatro, est\u00fadio de m\u00fasica, \u00e1gora, galeria de arte, editora, laborat\u00f3rio de experi\u00eancias malucas. Tudo isso e muito mais. As redes armadas sempre, uma esp\u00e9cie de berimbau sobre p\u00e9s plantados no meio da sala, as caixas sonoras duas latas de querosene. Uma cumeeira alt\u00edssima, a coberta de palha de carna\u00faba tran\u00e7ada, por onde n\u00e3o passa \u00e1gua, arrumada em planos desiguais sugerindo uma catedral. Chega-se \u00e0 casa aberta e ampla por meio de uma escada \u00edngreme. Ex\u00edlio de Babel onde todas as vozes sentem-se acolhidas. A parede da frente em varas de bambu, deixa passar o vento, quando ele sopra. Deito-me numa rede, experimento esquecida alegria. Desejo ficar. Os poetas ocupam o centro da \u00e1gora, declamam, cantam, tocam o marimbau. Tamb\u00e9m me dano a cantar. Dom Lauro \u00e9 o autor do cen\u00e1rio que me cerca, a nave amazonense pairando sobre Porto Velho. A m\u00fasica cresce, poemas se declamam, alguns sublimes como o Poronga de Dom Lauro. Troveja e chove forte, por bastante tempo. Temo explodir de felicidade. Antes que isso aconte\u00e7a, acesso a raz\u00e3o de vig\u00edlia e fujo da barca dos loucos.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FacebookTwitterGoogle Plus Recusei o caf\u00e9\u00a0da manh\u00e3 no hotel. Queria provar a culin\u00e1ria de Porto Velho. 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