{"id":1996,"date":"2022-07-04T21:59:24","date_gmt":"2022-07-05T00:59:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/?p=1996"},"modified":"2022-07-04T21:59:26","modified_gmt":"2022-07-05T00:59:26","slug":"nacionalismo-e-culpa-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/2022\/07\/nacionalismo-e-culpa-2\/","title":{"rendered":"Nacionalismo e Culpa"},"content":{"rendered":"\n<p>Pouco tempo antes de iniciar o seu trabalho com o Centro Internacional de Pesquisa Teatral, Peter Brook ainda se fazia estas perguntas: Por que fazer teatro? O que \u00e9 uma palavra escrita? O que \u00e9 uma palavra falada? Brook havia se determinado, junto com um grupo de atores de diversas nacionalidades, a desaprender tudo o que era certeza no teatro e tatear o caminho de uma nova linguagem. Ele n\u00e3o desconhecia os enganos da palavra \u201cexperimental\u201d e sabia que a oposi\u00e7\u00e3o entre experimental e tradicional era um artif\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Peter Brook, um autodidata que come\u00e7ou a dirigir cinema e teatro aos dezenove anos, sem nunca antes ter assistido a um ensaio, era ingl\u00eas, filho de judeus russos, mas com for\u00e7a da cultura brit\u00e2nica. O teatro burgu\u00eas feito na Inglaterra, o pr\u00f3prio teatro shakespeariano de ent\u00e3o, pouco tinha do \u201cquestionamento apaixonado sobre a experi\u00eancia individual e social e seu sentido metaf\u00edsico de terror e espanto\u201d, caracter\u00edstico da era elisabetana.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas era poss\u00edvel a Peter Brook, na Europa do p\u00f3s-guerra, o permanente interc\u00e2mbio com os novos experimentos e as tradi\u00e7\u00f5es. Livre de qualquer censura ou preconceito, aberto \u00e0s loucuras de Dali e Genet, Brook nunca mencionou o sentimento de trai\u00e7\u00e3o a esta ou aquela cultura. N\u00e3o h\u00e1 um \u00fanico relato em que afirme estar criando o \u201cverdadeiro teatro ingl\u00eas\u201d. Brook cria para a humanidade, sem ran\u00e7os de nacionalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Queremos falar de culpa, n\u00e3o no sentido psicanal\u00edtico da rela\u00e7\u00e3o pai-filho, mas a culpa como sentimento de infidelidade na cria\u00e7\u00e3o. Quando escreve, a quem deve fidelidade o autor? E voltamos a Borges, no seu encontro com Guimar\u00e3es Rosa, num congresso de literatura. Acho que li esse relato numa entrevista que Guimar\u00e3es concedeu a seu tradutor alem\u00e3o. Guimar\u00e3es n\u00e3o gostou de Borges, que por sua vez nunca relevou a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira. O que o nosso escritor n\u00e3o perdoava ao argentino era o seu desprezo pelos temas sociais. J\u00e1 Guimar\u00e3es apontava, na mesma entrevista, como fundamentos da sua cria\u00e7\u00e3o, a viv\u00eancia da guerra, a medicina e o conv\u00edvio com o povo e sua cultura. Basta ler um \u00fanico dos contos de Sagarana, para saber que isto \u00e9 verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Guimar\u00e3es Rosa, que conhecia v\u00e1rias l\u00ednguas como Borges, inventou um novo idioma para construir a sua obra. Conjeturam que a fala do povo mineiro ou os arca\u00edsmos do portugu\u00eas s\u00e3o a base da sua escrita. N\u00e3o estou negando a grandeza dos contos e do romance de Guimar\u00e3es, o acabamento perfeito dos seus personagens, como Riobaldo Tatarana, compar\u00e1vel ao Rask\u00f3lnikov de Dostoievski. Retomo as inquieta\u00e7\u00f5es de Brook: O que \u00e9 uma palavra escrita? O autor cria na perspectiva da sua cultura ou dos seus questionamentos pessoais?<\/p>\n\n\n\n<p>A carpintaria da escrita roseana, usando um jarg\u00e3o do teatro, me parece carregada dessa perspectiva de cultura brasileira. N\u00e3o aceito o pejorativo termo regional para definir sua obra. Invento uma pol\u00eamica entre Guimar\u00e3es e Borges. Ambos foram linguistas e viajantes. Borges tomou o mundo emprestado para falar da Argentina. Guimar\u00e3es fala do sert\u00e3o mineiro, quando se refere ao mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo este longo pre\u00e2mbulo, que se inicia com o teatro de Brook, atravessa Borges e des\u00e1gua em Guimar\u00e3es \u00e9 para abordar quest\u00f5es bem particulares da nossa \u201ccultura local\u201d, classifica\u00e7\u00e3o que abomino. H\u00e1 algum tempo somos bombardeados por campanhas de \u201cpernambucanidade\u201d e \u201corgulho de ser nordestino\u201d, gerando uma carreira de artistas em busca de caboclinhos, maracatus, cavalos marinhos e similares. Os jarg\u00f5es pol\u00edticos s\u00e3o substitu\u00eddos pelas novas palavras de ordem: ra\u00edzes da cultura, cultura aut\u00eantica, arqu\u00e9tipos culturais, resgate da cultura do povo, manifesta\u00e7\u00f5es populares. A classifica\u00e7\u00e3o de popular fica incompreens\u00edvel diante de tantas significa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 irrecus\u00e1vel, n\u00e3o necessitando de \u00eanfase, \u00e9 que o lastro da cultura brasileira, sobretudo a nordestina, \u00e9 de origem popular. \u00c9 preciso insistir que somos um povo ainda em forma\u00e7\u00e3o, com altos \u00edndices de analfabetismo e mis\u00e9ria, a maior parte das pessoas nunca leu livros (por ignor\u00e2ncia e falta de acesso a eles, ou por desprezo pelo conhecimento, como no atual governo, incluindo o presidente da rep\u00fablica), nem frequentou teatros e museus. N\u00e3o deixo de fora o teatro popular de rua e terreiros, fundamental em nossa forma\u00e7\u00e3o e que muitos ignoram.<\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto n\u00e3o apenas da mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m do conhecimento. O teatro grego nasce dos mitos, quando Her\u00e1clito j\u00e1 havia inaugurado o logos. Do mesmo modo Shakespeare consolida o idioma ingl\u00eas e reinventa o homem com o seu teatro. Muitos artistas criam as suas obras partindo da mem\u00f3ria do popular. Assim foi com a excelente m\u00fasica russa, chamada nacionalista. Borges levanta a seguinte quest\u00e3o: \u201cQue eu me lembre, o problema da literatura popular foi resolvido pouqu\u00edssimas vezes e nunca por autores do povo. Esse problema n\u00e3o se reduz (como creem alguns) \u00e0 correta imita\u00e7\u00e3o de uma linguagem r\u00fastica. Comporta, antes, um jogo duplo: a correta imita\u00e7\u00e3o de uma linguagem oral e a obten\u00e7\u00e3o de efeitos liter\u00e1rios que n\u00e3o excedam as possibilidades dessa linguagem e que pare\u00e7am espont\u00e2neos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que nos sentimos culpados ao nos apropriarmos de outras culturas, como o fazem Borges e Brook? Falta-nos a convic\u00e7\u00e3o do direito a um patrim\u00f4nio comum a todos os homens? Seria este um sentimento t\u00edpico de colonizados? Ou a nossa fidelidade ao sonho de criar uma arte \u201cgenuinamente\u201d brasileira nos aprisiona ao inv\u00e9s de nos libertar?<\/p>\n\n\n\n<p>Numa entrevista, Antunes Filho fala de sua encena\u00e7\u00e3o da Epopeia de Gilgamesh e lamenta ter estado perto de uma ideia de montagem do Mahabharata, feita por Brook, n\u00e3o compreendendo como esse pioneirismo lhe escapou. Brook realizou o que ele, Antunes, poderia ter realizado, adaptar o grande poema \u00e9pico do povo indiano. S\u00f3 muito tempo depois, quando a revolucion\u00e1ria encena\u00e7\u00e3o de Brook tinha acontecido, Antunes encenou Gilgamesh.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que Antunes n\u00e3o se antecipou a Brook, se a ele n\u00e3o faltavam g\u00eanio, inven\u00e7\u00e3o e arte? Estamos atados a uma fidelidade nacionalista? Curiosamente, a grande cria\u00e7\u00e3o de Antunes \u00e9 Macuna\u00edma, o her\u00f3i brasileiro sem car\u00e1ter.<\/p>\n\n\n\n<p>Nacionalismo e Culpa<\/p>\n\n\n\n<p>Pouco tempo antes de iniciar o seu trabalho com o Centro Internacional de Pesquisa Teatral, Peter Brook ainda se fazia estas perguntas: Por que fazer teatro? O que \u00e9 uma palavra escrita? O que \u00e9 uma palavra falada? Brook havia se determinado, junto com um grupo de atores de diversas nacionalidades, a desaprender tudo o que era certeza no teatro e tatear o caminho de uma nova linguagem. Ele n\u00e3o desconhecia os enganos da palavra \u201cexperimental\u201d e sabia que a oposi\u00e7\u00e3o entre experimental e tradicional era um artif\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Peter Brook, um autodidata que come\u00e7ou a dirigir cinema e teatro aos dezenove anos, sem nunca antes ter assistido a um ensaio, era ingl\u00eas, filho de judeus russos, mas com for\u00e7a da cultura brit\u00e2nica. O teatro burgu\u00eas feito na Inglaterra, o pr\u00f3prio teatro shakespeariano de ent\u00e3o, pouco tinha do \u201cquestionamento apaixonado sobre a experi\u00eancia individual e social e seu sentido metaf\u00edsico de terror e espanto\u201d, caracter\u00edstico da era elisabetana.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas era poss\u00edvel a Peter Brook, na Europa do p\u00f3s-guerra, o permanente interc\u00e2mbio com os novos experimentos e as tradi\u00e7\u00f5es. Livre de qualquer censura ou preconceito, aberto \u00e0s loucuras de Dali e Genet, Brook nunca mencionou o sentimento de trai\u00e7\u00e3o a esta ou aquela cultura. N\u00e3o h\u00e1 um \u00fanico relato em que afirme estar criando o \u201cverdadeiro teatro ingl\u00eas\u201d. Brook cria para a humanidade, sem ran\u00e7os de nacionalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Queremos falar de culpa, n\u00e3o no sentido psicanal\u00edtico da rela\u00e7\u00e3o pai-filho, mas a culpa como sentimento de infidelidade na cria\u00e7\u00e3o. Quando escreve, a quem deve fidelidade o autor? E voltamos a Borges, no seu encontro com Guimar\u00e3es Rosa, num congresso de literatura. Acho que li esse relato numa entrevista que Guimar\u00e3es concedeu a seu tradutor alem\u00e3o. Guimar\u00e3es n\u00e3o gostou de Borges, que por sua vez nunca relevou a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira. O que o nosso escritor n\u00e3o perdoava ao argentino era o seu desprezo pelos temas sociais. 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O autor cria na perspectiva da sua cultura ou dos seus questionamentos pessoais?<\/p>\n\n\n\n<p>A carpintaria da escrita roseana, usando um jarg\u00e3o do teatro, me parece carregada dessa perspectiva de cultura brasileira. N\u00e3o aceito o pejorativo termo regional para definir sua obra. Invento uma pol\u00eamica entre Guimar\u00e3es e Borges. Ambos foram linguistas e viajantes. Borges tomou o mundo emprestado para falar da Argentina. Guimar\u00e3es fala do sert\u00e3o mineiro, quando se refere ao mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo este longo pre\u00e2mbulo, que se inicia com o teatro de Brook, atravessa Borges e des\u00e1gua em Guimar\u00e3es \u00e9 para abordar quest\u00f5es bem particulares da nossa \u201ccultura local\u201d, classifica\u00e7\u00e3o que abomino. H\u00e1 algum tempo somos bombardeados por campanhas de \u201cpernambucanidade\u201d e \u201corgulho de ser nordestino\u201d, gerando uma carreira de artistas em busca de caboclinhos, maracatus, cavalos marinhos e similares. 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N\u00e3o deixo de fora o teatro popular de rua e terreiros, fundamental em nossa forma\u00e7\u00e3o e que muitos ignoram.<\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto n\u00e3o apenas da mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m do conhecimento. O teatro grego nasce dos mitos, quando Her\u00e1clito j\u00e1 havia inaugurado o logos. Do mesmo modo Shakespeare consolida o idioma ingl\u00eas e reinventa o homem com o seu teatro. Muitos artistas criam as suas obras partindo da mem\u00f3ria do popular. Assim foi com a excelente m\u00fasica russa, chamada nacionalista. Borges levanta a seguinte quest\u00e3o: \u201cQue eu me lembre, o problema da literatura popular foi resolvido pouqu\u00edssimas vezes e nunca por autores do povo. Esse problema n\u00e3o se reduz (como creem alguns) \u00e0 correta imita\u00e7\u00e3o de uma linguagem r\u00fastica. Comporta, antes, um jogo duplo: a correta imita\u00e7\u00e3o de uma linguagem oral e a obten\u00e7\u00e3o de efeitos liter\u00e1rios que n\u00e3o excedam as possibilidades dessa linguagem e que pare\u00e7am espont\u00e2neos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que nos sentimos culpados ao nos apropriarmos de outras culturas, como o fazem Borges e Brook? Falta-nos a convic\u00e7\u00e3o do direito a um patrim\u00f4nio comum a todos os homens? Seria este um sentimento t\u00edpico de colonizados? Ou a nossa fidelidade ao sonho de criar uma arte \u201cgenuinamente\u201d brasileira nos aprisiona ao inv\u00e9s de nos libertar?<\/p>\n\n\n\n<p>Numa entrevista, Antunes Filho fala de sua encena\u00e7\u00e3o da Epopeia de Gilgamesh e lamenta ter estado perto de uma ideia de montagem do Mahabharata, feita por Brook, n\u00e3o compreendendo como esse pioneirismo lhe escapou. Brook realizou o que ele, Antunes, poderia ter realizado, adaptar o grande poema \u00e9pico do povo indiano. S\u00f3 muito tempo depois, quando a revolucion\u00e1ria encena\u00e7\u00e3o de Brook tinha acontecido, Antunes encenou Gilgamesh.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que Antunes n\u00e3o se antecipou a Brook, se a ele n\u00e3o faltavam g\u00eanio, inven\u00e7\u00e3o e arte? Estamos atados a uma fidelidade nacionalista? Curiosamente, a grande cria\u00e7\u00e3o de Antunes \u00e9 Macuna\u00edma, o her\u00f3i brasileiro sem car\u00e1ter.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pouco tempo antes de iniciar o seu trabalho com o Centro Internacional de Pesquisa Teatral, Peter Brook ainda se fazia estas perguntas: Por que fazer teatro? O que \u00e9 uma palavra escrita? O que \u00e9 uma palavra falada? 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