{"id":1929,"date":"2022-02-18T14:11:12","date_gmt":"2022-02-18T17:11:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/?p=1929"},"modified":"2022-02-18T14:11:12","modified_gmt":"2022-02-18T17:11:12","slug":"seis-contos-da-era-do-jazz-f-scott-fitzgerald","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/2022\/02\/seis-contos-da-era-do-jazz-f-scott-fitzgerald\/","title":{"rendered":"Seis contos da era do jazz \u2013 F. Scott Fitzgerald"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\">Adaptar uma obra para o cinema pode ser uma f\u00f3rmula de sucesso, um modo de chamar aten\u00e7\u00e3o sobre um escritor que h\u00e1 tempo n\u00e3o \u00e9 lido nem reeditado. Tamb\u00e9m \u00e9 maneira perversa de maltratar bons escritores. Raramente o cinema, t\u00e3o diferente da literatura \u2013 embora os cr\u00edticos teimem em classificar alguns romances, novelas e contos como \u201caut\u00eanticos roteiros cinematogr\u00e1ficos\u201d, pensando que fazem um grande elogio ao autor \u2013, consegue transformar um texto liter\u00e1rio em linguagem cinematogr\u00e1fica.<\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">O diretor italiano Visconti alcan\u00e7ou duas proezas: transp\u00f4s para a tela <i>Morte em Veneza<\/i>, de Thomas Mann, e <i>O Leopardo<\/i>, de Tomaso di Lampedusa. Os cin\u00e9filos apaixonados afirmam que Visconti melhorou as obras dos dois romancistas; os literatos, menos afoitos, dizem que Visconti foi muito feliz na sua adapta\u00e7\u00e3o. A mesma sorte n\u00e3o teve Garcia Marquez em <i>Cr\u00f4nica de uma morte<\/i> <i>anunciada<\/i>, Umberto Eco em <i>O nome da Rosa<\/i> e Marguerite Duras em <i>O amante<\/i>. O n\u00famero de adapta\u00e7\u00f5es desastradas \u00e9 infinitamente maior do que as bem sucedidas. Por isso, bons roteiristas valem ouro e bons filmes viraram sin\u00f4nimo de bons roteiros originais. Mesmo assim, h\u00e1 quem ainda receba a est\u00e1tua do Oscar por um roteiro adaptado.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\"> Ainda n\u00e3o vi <i>O curioso Caso de Benjamin Button<\/i>, inspirado num conto de F. Scott Fitzgerald, e n\u00e3o posso afirmar se o filme melhora ou piora o que o autor escreveu. De cara, \u00e9 preciso estar atento ao verbo \u201cinspirar\u201d, o que significa que os adaptadores ficaram bem mais livres para reinventar o original. Mas o filme apontou os refletores para Fitzgerald com o relan\u00e7amento de <i>Seis contos da era do Jazz<\/i>. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">Fitzgerald foi um escritor americano de sucesso a partir de 1920. Muito cedo estourou nas paradas, investiu na carreira de roteirista em Hollywood, teve o romance <i>O grande Gatsby<\/i> transformado em filme de grande bilheteria. Mesmo assim andava esquecido dos leitores. Todo escritor precisa ser lido para continuar vivo, embora tamb\u00e9m possa sobreviver atrav\u00e9s de outras metamorfoses, como as adapta\u00e7\u00f5es para o cinema. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">A quest\u00e3o que se coloca nesse relan\u00e7amento \u00e9 a da atualidade e perman\u00eancia de Fitzgerald, apesar de um cr\u00edtico do quilate de Edmond Wilson ter apostado nele e o editor Maxwell Perkins ter escrito sobre ele que: \u201cmuitas das coisas que escreveu n\u00e3o pertencem a nenhuma \u00e9poca em particular, mas a todas as \u00e9pocas&#8230;\u201d Ser\u00e1?<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\"> O segundo conto do livro, <i>As costas do ca<\/i>melo, n\u00e3o passa de uma anedota bem narrada, um \u201ccauso\u201d, diriam alguns brasileiros. Mas \u00e9 lavra de um escritor dos Estados Unidos da d\u00e9cada de 1920, quando o imp\u00e9rio estava em plena expans\u00e3o ap\u00f3s o sucesso da Primeira Grande Guerra e o mundo n\u00e3o fazia mais do que imitar o que de bom e ruim estampava a marca <i>made in USA<\/i>. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">Do mesmo modo, em <i>O boa-vida<\/i> e <i>O curioso caso de Benjamin Button<\/i> sobressai a ironia, o histrionismo e a canastrice, que se tornariam marcas do cinema de Hollywood. O par\u00e1grafo final de <i>As costas do camelo<\/i> \u00e9 t\u00e3o visualmente canastr\u00e3o, que \u00e9 poss\u00edvel imaginar uma piscadela de olhos entre Tony Curtys e Rock Hudson, num hipot\u00e9tico filme da \u00e9poca. Em <i>O boa-vida<\/i>, a hist\u00f3ria do personagem Jim Powell se encaminha para uma epifania quando ele conhece e se encanta com a bela Nancy Lamar. Mas nenhum grande gesto se esbo\u00e7a, nenhuma estupenda a\u00e7\u00e3o dos her\u00f3is e hero\u00ednas. Sobressai apenas o retrato de uma sociedade escrava das conven\u00e7\u00f5es, de protocolos sociais e apar\u00eancias. Uma Am\u00e9rica mais vitoriana do que a Inglaterra da qual se tornara independente. De novos ricos exibicionistas e bregas, que ao menor alvoro\u00e7o falam em reputa\u00e7\u00e3o. Mesmo os jovens supostamente transgressores n\u00e3o fazem mais do que freq\u00fcentar festas, dirigir carros e embriagarem-se. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">Embora ir\u00f4nica, a cr\u00f4nica de Scott Fitzgerald sobre aquele mundo \u00e9 condescendente e glamorosa, como se o vazio interior dos personagens, compensado pelo esbanjamento e exibicionismo, lhe fosse caro.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\"> Passados quase noventa anos do lan\u00e7amento de <i>Este lado do para\u00edso<\/i>, livro que segundo Gertrud Stein tornou-se \u201ca B\u00edblia da juventude flamejante\u201d, \u00e9 poss\u00edvel uma leitura mais distanciada da obra de Fitzgerald, sem o arroubo de paix\u00e3o dos que viveram a \u201cEra do jazz\u201d. A impress\u00e3o que fica \u00e9 que Fitzgerald foi em parte tragado pelo seu pr\u00f3prio tempo e pelo personagem que escolheu viver, aparentemente transgressor, mas cujo comportamento era uma resposta ao que lhe era solicitado pelo <i>grand monde <\/i>da \u00e9poca. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">\u00c9 poss\u00edvel reconhecer um Fitzgerald moralista, com os mesmos preconceitos com que retrata seus personagens, acobertados por um esmalte fino e superficial. No conto <i>\u201c\u00d3 Feiticeira Ruiva\u201d, <\/i>meio absurdo, enfadonho e artificioso, existe uma reflex\u00e3o do personagem Merlin, que passou a vida alimentando uma paix\u00e3o rom\u00e2ntica por uma mulher extravagante e devastadora, talvez a s\u00edntese do encantamento do escritor pelo mundo e pelas mulheres que o arrastaram para um torvelinho de alcoolismo e hedonismo. Numa livraria em ru\u00edna, Merlin contempla uma colega de trabalho, fita-lhe \u201co rosto ressequido, coberto por uma teia de rugas, com uma estranha esp\u00e9cie de piedade\u201d e conclui que ela recebera da vida bem menos do que ele, e que \u201cnenhum esp\u00edrito rebelde, rom\u00e2ntico, a surgir inesperadamente, havia, em momentos memor\u00e1veis, dado ardor e gl\u00f3ria \u00e0 sua vida\u201d. <\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s1\">Scott Fitzgerald buscou, para si e para personagens de seus contos e romances, o ardor e a gl\u00f3ria. No conto <i>O res\u00edduo da felicidade<\/i>, ele tra\u00e7a o perfil de Jeffrey Curtain, um escritor mediano: \u201cO homem que escrevera era bastante inteligente, talentoso, fluente e, provavelmente, jovem. Pelas amostras de seu trabalho, verificaria o leitor que ali n\u00e3o havia nada que n\u00e3o lhe despertasse sen\u00e3o um ligeiro interesse pelos caprichos da vida: nenhuma alegria interior, nenhum sentimento de inutilidade, nenhuma sugest\u00e3o de trag\u00e9dia\u201d. Embora pare\u00e7a contradit\u00f3rio, o sentimento que passa para o leitor \u00e9 o de que Fitzgerald suspeita que Jeffrey Curtain \u00e9 um pouco dele mesmo. <\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\"> <i>O curioso caso de Benjamin Button<\/i>, uma hist\u00f3ria fant\u00e1stica sobre uma crian\u00e7a que nasce velha e que regride no tempo at\u00e9 chegar \u00e0 inf\u00e2ncia, \u00e9 mais uma narrativa em tom de anedota. O pai de Benjamin, envergonhado com o filho fora dos padr\u00f5es, temendo que o nascimento esdr\u00faxulo manche sua reputa\u00e7\u00e3o, chega a preferir, no auge do desespero, que preferia que o seu rebento tivesse nascido um negro. Ousadias de um escritor da era do jazz. Felizmente alguma coisa mudou. Apenas alguma coisa. <\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\"> <span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adaptar uma obra para o cinema pode ser uma f\u00f3rmula de sucesso, um modo de chamar aten\u00e7\u00e3o sobre um escritor que h\u00e1 tempo n\u00e3o \u00e9 lido nem reeditado. Tamb\u00e9m \u00e9 maneira perversa de maltratar bons escritores. 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