{"id":93,"date":"2016-04-26T15:00:17","date_gmt":"2016-04-26T15:00:17","guid":{"rendered":"http:\/\/bridge29.qodeinteractive.com\/?page_id=93"},"modified":"2017-01-11T06:33:31","modified_gmt":"2017-01-11T09:33:31","slug":"sobre","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/sobre\/","title":{"rendered":"Sobre"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row row_type=&#8221;row&#8221; use_row_as_full_screen_section=&#8221;no&#8221; type=&#8221;grid&#8221; angled_section=&#8221;no&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; background_image_as_pattern=&#8221;without_pattern&#8221; css_animation=&#8221;&#8221;][vc_column][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;0&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row row_type=&#8221;row&#8221; use_row_as_full_screen_section=&#8221;no&#8221; type=&#8221;grid&#8221; angled_section=&#8221;no&#8221; text_align=&#8221;center&#8221; background_image_as_pattern=&#8221;without_pattern&#8221; css_animation=&#8221;&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1461683505403{padding-top: 60px !important;padding-bottom: 25px !important;}&#8221;][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243; offset=&#8221;vc_col-lg-offset-3 vc_col-lg-6 vc_col-md-offset-2 vc_col-md-8 vc_col-sm-offset-1&#8243;][vc_single_image image=&#8221;244&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;45&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2>Minibio<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<strong>Ronaldo Correia de Brito <\/strong>\u00e9 escritor e m\u00e9dico, nasceu em Saboeiro, Cear\u00e1, em 2 de julho de 1951.<\/p>\n<p>Foi escritor residente da Universidade de Berkley (Calif\u00f3rnia), participou de diversos eventos internacionais, como a Feira do Livro de Bogot\u00e1, o Festival Internacional de Literatura de Buenos Aires, o Salon du Livre de Paris e a Feira do Livro de Frankfurt.\u00a0Sua carreira art\u00edstica envolve as mais diferentes linguagens, como literatura, teatro e m\u00fasica. S\u00e3o de sua autoria O baile do menino deus (teatro), Lua Cambar\u00e1 (disco), Faca (livro de contos), Galil\u00e9ia (Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Literatura), Estive l\u00e1 fora (romance) e O amor das sombras (contos).[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;53&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2>MAIS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_tabs style=&#8221;horizontal&#8221;][vc_tab title=&#8221;Biografia&#8221; tab_id=&#8221;351825b2-4dd0-7&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">No princ\u00edpio era o sert\u00e3o<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ronaldo Correia de Brito nasceu na fazenda Lajedo, munic\u00edpio de Saboeiro \u2013 Cear\u00e1, sert\u00e3o dos Inhamuns, em 1 de outubro de 1950. Era nove horas de uma manh\u00e3 de domingo, seu pai Jo\u00e3o Leandro saiu ao terreiro e deu um tiro de espingarda para cima, anunciando as alv\u00edssaras. Quando a fam\u00edlia levou a crian\u00e7a para ser batizada, na igrejinha colonial de Saboeiro, o padre redentorista alem\u00e3o confundiu o nome \u2018Ronaldo\u2019 com \u2018Runwald\u2019 \u2013 de origem druida, usado para designar o feiticeiro que joga as runas \u2013 e recusou-se a batizar a crian\u00e7a dizendo tratar-se de um nome pag\u00e3o. A fam\u00edlia, \u00e0s pressas, escolheu o nome \u2018Jos\u00e9\u2019, porque o beb\u00ea nascera la\u00e7ado pelo cord\u00e3o umbilical e chamar-se \u2018Jos\u00e9\u2019 seria o sortil\u00e9gio que o livraria de morrer afogado. A confus\u00e3o n\u00e3o terminou a\u00ed. Contrariado com a recusa do padre, o pai decidiu registr\u00e1-lo \u2018Ronaldo\u2019, esquecendo o \u2018Jos\u00e9\u2019 do batismo. O tabeli\u00e3o do cart\u00f3rio havia bebido em excesso naquele dia e escreveu no registro a data 2 de julho de 1951, o que s\u00f3 foi descoberto anos depois e nunca corrigido. Com dois nomes e duas datas de nascimento, Ronaldo escolheu chamar-se Ronaldo e teve de assumir, por motivos burocr\u00e1ticos, o 2 de julho de 1951.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Os antepassados sefarditas<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ritinha Brito, a m\u00e3e, nascera no Crato, na regi\u00e3o do Cariri, cidade cercada pela Chapada do Araripe, com floresta atl\u00e2ntica e centenas de nascentes d\u2019\u00e1gua, o oposto do \u00e1rido sert\u00e3o dos Inhamuns, cortado pelo rio Jaguaribe, um rio seco que enche apenas durante a esta\u00e7\u00e3o das chuvas. A fam\u00edlia do pai e da m\u00e3e viera de Pernambuco, no final do s\u00e9culo XVII, parte dela ficou em Saboeiro, alguns fundaram a cidade de V\u00e1rzea Alegre e outros seguiram para o Crato. Muitos tinham ascend\u00eancia de crist\u00e3os novos, judeus sefarditas batizados de p\u00e9 para escapar \u00e0 Inquisi\u00e7\u00e3o, em Portugal.\u00a0 O of\u00edcio de professora levou Ritinha Brito ao Ros\u00e1rio, onde conheceu o aluno Jo\u00e3o Leandro, filho dos donos da propriedade. Os dois se apaixonaram, se casaram, e receberam a fazenda Lajedo para morar e administrar.<\/p>\n<p>Entre os poucos pertences da jovem esposa, o mais valioso era um caixote com gram\u00e1ticas, livros de aritm\u00e9tica, modestas antologias e uma seleta de textos b\u00edblicos do antigo e novo testamento, muito popular nas casas cearenses: A Hist\u00f3ria Sagrada. Os livros de matem\u00e1tica e portugu\u00eas serviram aos estudos de Jo\u00e3o Leandro. Em narrativas como a de <i>Jos\u00e9 do Egito e seus irm\u00e3os<\/i>, Ronaldo aprendeu a ler e a confundir os pastores sertanejos com os hebreus. A B\u00edblia sempre representou para ele o mais extraordin\u00e1rio livro de contos e iria marc\u00e1-lo por toda vida.<\/p>\n<p>Na fazenda Lajedo nasceram cinco irm\u00e3os, desses, dois morreram bem cedo. Quando os pais reconheceram que n\u00e3o havia mais futuro no campo, mudaram-se para o Crato.\u00a0 O ano era 1955, e o menino acabara de completar cinco anos. Na cidade, a segunda maior do Cear\u00e1, ele estudou at\u00e9 a terceira s\u00e9rie prim\u00e1ria no Grupo Escolar Francisco Jos\u00e9 de Brito e depois se transferiu para o Col\u00e9gio Diocesano, onde ficou at\u00e9 o segundo ano cient\u00edfico.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<hr \/>\n<h3>A cidade do Crato<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Crato, Ronaldo assiste aos espet\u00e1culos populares \u2013 reisados, lapinhas, pastoris, bandas caba\u00e7ais, dramas de cal\u00e7ada \u2013 e frequenta as festas da Igreja, ricas em representa\u00e7\u00f5es, verdadeiros autos sacramentais. Ele credita \u00e0s experi\u00eancias com as brincadeiras de rua e as celebra\u00e7\u00f5es religiosas o seu gosto pelo teatro e a sua forma\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica. O h\u00e1bito de ouvir hist\u00f3rias da tradi\u00e7\u00e3o universal, das mitologias locais, e hist\u00f3rias familiares narradas por diferentes pessoas como a av\u00f3 materna, a m\u00e3e, o pai e os tios, contadas por homens e mulheres que ao modo dos \u201cgriots\u201d da \u00c1frica Central perambulavam por fazendas e engenhos, entretendo as pessoas com seu repert\u00f3rio de narrativas, marcou profundamente o futuro escritor.<\/p>\n<p>Num universo pobre de livros e leitores as bibliotecas da diocese, de um primo letrado e da Faculdade de Filosofia representaram a chance de ter acesso ao conhecimento escrito. Quando saiu do Crato para morar no Recife, j\u00e1 havia lido quase toda obra de Machado de Assis, Jos\u00e9 de Alencar e Monteiro Lobato, e cl\u00e1ssicos como Homero, Shakespeare, Balzac, Dostoievski, Tolstoi, \u00c9squilo, S\u00f3focles, Eur\u00edpides e as narrativas da B\u00edblia. E tamb\u00e9m via o que passava nos cinemas, sem cr\u00edtica nem crit\u00e9rios, das chanchadas da Atl\u00e2ntida aos cl\u00e1ssicos americanos de John Huston e John Ford, e at\u00e9 diretores europeus famosos como Pasolini, Visconti e Godard.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><\/h3>\n<h3>Recife em tempos sombrios<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1969, quando chegou ao Recife para o cursinho pr\u00e9-vestibular de medicina, vivia-se o auge da repress\u00e3o militar. Nesse ano foi assassinado o Padre Henrique Pereira e baleado o l\u00edder estudantil da Faculdade de Engenharia, C\u00e2ndido Pinto. Em meio ao terror, o Recife mostrava a beleza de sua arquitetura variada, os rios e as pontes, causando forte impress\u00e3o no jovem estudante. Camus havia comparado a cidade a Floren\u00e7a e o poeta Jo\u00e3o Cabral a achava parecida com Sevilha. Ronaldo reencontrou um colega do Crato, Francisco Assis de Sousa Lima, com quem j\u00e1 ensaiara um experimento no teatro, e ele se tornaria seu futuro parceiro de pesquisas e cria\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Classificados no vestibular, os dois se matriculam na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco, no ano de 1970. No segundo semestre desse ano v\u00e3o morar na Casa do Estudante Universit\u00e1rio e dividem quarto com o poeta \u00c2ngelo Monteiro, de quem se tornam grandes amigos. Gra\u00e7as a \u00c2ngelo, frequentam o Departamento de Extens\u00e3o Cultural da Universidade (DEC), dirigido por Ariano Suassuna, que acabara de fundar o Movimento Armorial. Pelo DEC circulavam os mais importantes intelectuais pernambucanos: escritores, poetas, artistas pl\u00e1sticos e m\u00fasicos. Apesar de muito jovem, Ronaldo \u00e9 aceito nas rodas de conversas e frequenta espet\u00e1culos teatrais, concertos e exposi\u00e7\u00f5es. Alguns anos mais tarde, ele e Assis Lima far\u00e3o uma duradoura parceria com o m\u00fasico Antonio Madureira, do Quinteto Armorial, mesmo n\u00e3o sendo filiados a esse movimento. Numa tarde desse mesmo ano de 70, ele l\u00ea para \u00c2ngelo Monteiro, Assis Lima e uma pequena plat\u00e9ia da Casa, o primeiro esbo\u00e7o do conto Lua Cambar\u00e1.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Lua Cambar\u00e1, o princ\u00edpio<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esse conto tosco seria o ponto de partida para a cria\u00e7\u00e3o de um roteiro e a realiza\u00e7\u00e3o do primeiro longa-metragem na bitola super-8, rodado e montado nos anos de 1975, 76 e 77, em parceria com Assis Lima e Hor\u00e1cio Carelli Mendes, com m\u00fasica de Antonio Madureira, numa aventura t\u00edpica da d\u00e9cada. Ao estilo do neo-realismo italiano, os atores n\u00e3o eram profissionais. Avelina Brand\u00e3o, que vive o papel principal na pel\u00edcula, era uma jovem m\u00e9dica, namorada de Ronaldo, que fora acompanhar as filmagens e terminou sendo convocada para atuar. A c\u00f3pia em super-8 foi transcrita para \u2018Betacam\u2019 e mostrada na televis\u00e3o. Gra\u00e7as a isso o professor da USP Davi Arrigucci Jr. viu o filme, escreveu sobre o mesmo, e mais tarde teve um papel significativo ao lan\u00e7ar Ronaldo como escritor.<\/p>\n<p><i>Lua Cambar\u00e1<\/i> ganhou uma vers\u00e3o musical, composta por Antonio Madureira, duas vers\u00f5es para bal\u00e9 e uma nova vers\u00e3o para o cinema, dirigida por Rosemberg Cariry.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Trilogia das Festas Brasileiras<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No come\u00e7o da d\u00e9cada de 1980, em conversa com os amigos Assis e Zoca (Antonio Madureira) acharam que as festas de Natal, S\u00e3o Jo\u00e3o e Carnaval precisavam de dramaturgia e m\u00fasica \u00e0 altura das celebra\u00e7\u00f5es populares nordestinas. Zoca brincava dizendo que os filhos cresceriam vendo apenas as decora\u00e7\u00f5es dos shoppings e escutando tocar o <i>Jingle Bells<\/i>.\u00a0 Em 1983 eles lan\u00e7am um disco pelo selo Eldorado \u2013 <i>Baile do Menino Deus<\/i> \u2013 e estr\u00e9iam uma pe\u00e7a com o mesmo nome. Antes de sair a segunda \u2018festa\u2019 da trilogia, eles aprontam, em 1985, o disco <i>O Pav\u00e3o Misterioso<\/i> e estr\u00e9iam uma pe\u00e7a de mesmo nome. \u00c9 a adapta\u00e7\u00e3o de um famoso cordel, e teve a parceria de Antonio Carlos N\u00f3brega. Em 1987, no mesmo esquema de grava\u00e7\u00e3o de um disco e estr\u00e9ia de uma pe\u00e7a teatral, sai <i>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o<\/i> e, em 1989, <i>Arlequim<\/i>.<\/p>\n<p>Baile do Menino Deus faz grande sucesso no Recife e torna-se conhecido e encenado no restante do Brasil. Uma edi\u00e7\u00e3o da Objetiva para o Programa Nacional Biblioteca Escolar, ganhou tiragem de quase meio milh\u00e3o de livrinhos. A Editora Baga\u00e7o, do Recife, publica a partir de 1996 as tr\u00eas pe\u00e7as da trilogia, adaptadas para prosa. A vers\u00e3o de <i>O Pav\u00e3o Misterioso<\/i> sai pela Cosacnaify, em 2004, ano em que o <i>Baile do Menino Deus<\/i>, no formato de cantata natalina, estr\u00e9ia na Pra\u00e7a do Marco Zero, no Recife, onde est\u00e1 em cartaz h\u00e1 10 anos, sempre nos dias 23, 24 e 25 de dezembro, tornando-se uma grande festa natalina da cidade, do estado e do nordeste.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Contos e romances deixam as gavetas<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora escrevesse contos e se considerasse um contista, Ronaldo publica sua primeira colet\u00e2nea apenas em 1987: <i>As noites e os dias<\/i> \u2013 Editora Baga\u00e7o. Anos depois ele envia um exemplar desse \u2018livrinho magro\u2019 ao professor e cr\u00edtico Davi Arrigucci Jr., que o indica \u00e0 editora Cosacnaify. Gra\u00e7as a esse empurr\u00e3o e aos cuidados editoriais de Rodrigo Lacerda e Augusto Massi, sai publicado <i>Faca<\/i>, em 2003. Em 10 anos, as gavetas se abrem e Ronaldo exp\u00f5e o que escondia: Pela editora Cosacnaify: <i>O Pav\u00e3o misterioso<\/i>, 2004, em parceria com Assis Lima; <i>Livro dos Homens<\/i>, 2005. Pela Editora Alfaguara: <i>Galileia<\/i>, 2008, que ganhou o Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Literatura \u2013 Melhor livro do Ano; <i>Retratos imorais<\/i> \u2013 contos \u2013, 2010; <i>Arlequim de Carnaval<\/i>, 2011 e <i>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o<\/i>, 2012, em parceria com Assis Lima; e o romance <i>Estive l\u00e1 fora<\/i>, 2012. Pela Editora Objetiva publica, em 2011, <i>Baile do Menino Deus<\/i>, tamb\u00e9m em parceria com Assis Lima, e o livro <i>Cr\u00f4nicas para ler na escola<\/i>.<\/p>\n<p>A convite do jornalista M\u00e1rio H\u00e9lio, a partir de dezembro de 2000 passa a assinar a coluna <i>Entremez<\/i>, na revista Continente. Mais tarde, colabora semanalmente com revista Terra Magazine, do Portal Terra, editada por Bob Fernandes e, anos depois, torna-se colunista quinzenal do jornal O Povo, publicado no Cear\u00e1. Colabora em diversos jornais e revistas do Brasil com resenhas de livros, ensaios, cr\u00f4nicas e contos.<\/p>\n<p>Enquanto trabalha a prosa, escreve e encena diversos textos teatrais. Os contos s\u00e3o adaptados para o teatro e o cinema. A partir do \u00eaxito alcan\u00e7ado pelo romance Galileia, come\u00e7am as tradu\u00e7\u00f5es de seus livros, os convites para palestras, entrevistas, viagens ao exterior. Nesse tempo, como o tamb\u00e9m m\u00e9dico e escritor Tchekhov, busca um equil\u00edbrio entre o exerc\u00edcio da literatura e da medicina.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_separator type=&#8221;small&#8221; position=&#8221;center&#8221;][\/vc_tab][vc_tab title=&#8221;Livros&#8221; tab_id=&#8221;1471790502456-4-2&#8243;][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Sinopses<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;214&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>O amor das sombras<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> A cada livro, Ronaldo Correia de Brito expande os limites de sua fic\u00e7\u00e3o, e da pr\u00f3pria literatura brasileira. J\u00e1 no primeiro conto, duas irm\u00e3s velhas est\u00e3o presas a uma casa antiga e se recordam de trag\u00e9dias passadas enquanto, do lado de fora, caminh\u00f5es e escavadeiras varam a noite \u00e0 procura de um casal de namorados que se jogou numa represa. O sert\u00e3o, aqui, \u00e9 outro. Violento, urbanizado pela metade, que se conecta de forma prec\u00e1ria ao mundo de consumo e \u00e0s ambi\u00e7\u00f5es das grandes cidades.<\/p>\n<p>O autor volta aos temas explorados em seus outros livros, ao falar de trai\u00e7\u00e3o, repress\u00e3o, segredos e linhagens assombradas por uma heran\u00e7a de viol\u00eancia. Por\u00e9m, a cada conto, a cada personagem, ele revela algo novo, sempre buscando um caminho distinto. Com originalidade e vigor, Ronaldo Correia de Brito entrela\u00e7a mem\u00f3ria, realidade e sonho em doze hist\u00f3rias surpreendentes.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3>Nas livrarias:<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/o-amor-das-sombras-8959212.html\">Saraiva<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/o-amor-das-sombras\/artigo\/48bbabad-ca9c-4963-8dff-7e65ef5566ab\">Travessa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/o-amor-das-sombras-42987695\">Livraria Cultura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Amor-Sombras-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8579624150\/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1465235302&amp;sr=1-1&amp;keywords=o+amor+das+sombras\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;473&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>\u00a0Atl\u00e2ntico<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> O livro traz um conto em estrutura n\u00e3o-linear, ambientado no Recife de hoje e, como uma marca da obra de Ronaldo Correia, exp\u00f5e as tens\u00f5es sociais, abordando a luta por espa\u00e7os nas cidades e a viol\u00eancia contra a mulher. As v\u00e1rias narrativas que se intercalam, t\u00eam como ponto de contato\u00a0o curso rio Capibaribe e uma viol\u00eancia c\u00edclica, que convergem para um desfecho impactante.<\/p>\n<p>Trata-se de uma edi\u00e7\u00e3o artesanal, produzida pela editora Mariposa Cartonera, numa proposta que alia sustentabilidade e com\u00e9rcio justo. Cada exemplar \u00e9 \u00fanico, com capas de papel\u00e3o reutilizado, pintadas \u00e0 m\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3>Nas livrarias:<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mariposacartonera.com\/site\/produto\/atlantico\/\">Mariposa Cartonera<\/a><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;85&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Estive l\u00e1 fora<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Do alto da ponte da Madalena, no Recife, Cirilo observa as \u00e1guas lamacentas do Capibaribe. Est\u00e1 pronto para pular; \u00e9 a segunda vez em quatro anos que vai at\u00e9 l\u00e1 e, parado na borda, observa os caranguejos das margens. No entanto, algo o faz mudar de ideia. Ao perambular pelas ruas dilapidadas do centro, o leitor aos poucos passa a conhec\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Cen\u00e1rio de pleno regime militar, no final dos anos 1960. Recife \u00e9 uma cidade violenta. Cirilo est\u00e1 prestes a terminar o curso de medicina, mas a opress\u00e3o que sofre de colegas e professores n\u00e3o mudou em todos esses anos. Escreve \u00e0 m\u00e3e cartas angustiadas, e seus relacionamentos na cidade s\u00e3o inst\u00e1veis. Geraldo, o irm\u00e3o mais velho, \u00e9 um l\u00edder estudantil cheio de certezas e ideais; est\u00e1 desaparecido, e o pai, que acompanha sua trajet\u00f3ria \u00e0 dist\u00e2ncia, recolhido na fazenda da fam\u00edlia, espera o pior.<\/p>\n<p>Cirilo deve encontrar o irm\u00e3o; quer v\u00ea-lo, mas teme n\u00e3o ser compreendido quando se defrontarem. Ao narrar sua hist\u00f3ria, Ronaldo Correia de Brito retoma o fio de mem\u00f3ria de Galil\u00e9ia para compor um romance inovador, tanto no aspecto estil\u00edstico quanto no temporal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas livrarias:<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/estive-la-fora-4091319.html\">Saraiva<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/ESTIVE_LA_FORA\/artigo\/63f8cfb8-e319-451e-bcad-193e25c0a4f6\">Travessa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/estive-la-fora-30215283\">Livraria Cultura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Estive-Fora-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8579621542\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465235347&amp;sr=8-1&amp;keywords=estive+l%C3%A1+fora\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;83&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Baile do menino Deus<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Escrito pelo premiado autor Ronaldo Correia de Brito em parceria com o tamb\u00e9m cearense Assis Lima, a pe\u00e7a Baile do Menino Deus \u00e9 encenada h\u00e1 27 anos na \u00e9poca de festas no Nordeste. Em Recife, \u00e9 vista por pelo menos 60mil pessoas a cada m\u00eas de dezembro. Inspirado nos autos do reisado nordestino, o enredo da pe\u00e7a ensina, em especial \u00e0s crian\u00e7as, que existe um outro Natal, bem diferente daquele que se v\u00ea em lojas e shoppings.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria gira em torno de uma festa que vai acontecer, tendo os brincantes como personagens que seguem de casa em casa e um palha\u00e7o, Mateus, conduzindo a narrativa. Com sua estrutura simples, sem rodeios, \u00e9 uma narrativa que dialoga com as emo\u00e7\u00f5es de todo o tipo de pessoa. Na pe\u00e7a de Correia de Brito e Assis Brasil, o Natal n\u00e3o valoriza as compras nem a comilan\u00e7a da festa, mas elege, como foco principal, o Menino Deus e o que ele representa, como s\u00edmbolo do renascimento e da esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas livrarias<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/o-baile-do-menino-deus-3429843.html\">Saraiva<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/BAILE_DO_MENINO_DEUS\/artigo\/5a92bfc8-2200-4d4e-9ec4-584be736060e\">Travessa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/baile-do-menino-deus-22490671\">Livraria Cultura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/O-Baile-Do-Menino-Deus\/dp\/8539001705\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465237181&amp;sr=8-1&amp;keywords=baile+do+menino+deus\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_single_image image=&#8221;82&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Arlequim de carnaval<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><em>Arlequim de Carnaval<\/em> \u00e9 uma pe\u00e7a teatral que mistura <em>commedia dell\u2019arte<\/em>, teatro grego e cultura brasileira e foram musicadas por Ant\u00f4nio Madureira, criador do Quinteto Armorial.<\/p>\n<p>Mas o verdadeiro destaque desta obra de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima \u00e9 o carnaval recifense, com muito frevo e maracatu. O livro faz parte da Trilogia das Festas Brasileiras, que incluem Baile do Menino Deus e Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Povoado de cantigas e refer\u00eancias tradicionais da cultura nordestina, o livro conta a hist\u00f3ria de Arlequim, um foli\u00e3o abusado que brinca com o destino de todos a sua volta. Faz o patr\u00e3o de palha\u00e7o, foge da esposa como o diabo da cruz, e ainda cria mil confus\u00f5es no romance entre Pierr\u00f4 e Colombina.<\/p>\n<p>Durante os dias do carnaval, Pierr\u00f4 e Colombina se apaixonam, mas n\u00e3o revelam um ao outro suas verdadeiras identidades, &#8220;para n\u00e3o quebrar o encanto&#8221;. Mas os dois amantes n\u00e3o resistem e pedem ajuda ao amigo Arlequim, que inventa logo uma hist\u00f3ria: diz a Pierr\u00f4 que Colombina \u00e9 uma rainha, e a Colombina que Pierr\u00f4 \u00e9 um rei. N\u00e3o chega a ser uma mentira: Pierr\u00f4 \u00e9 o rei da dan\u00e7a e Colombina, a rainha de maracatu. O casal, por\u00e9m, entende tudo errado e pensa viver um amor imposs\u00edvel, que s\u00f3 pode durar os tr\u00eas dias de carnaval.<\/p>\n<p>Quando o carnaval chega ao fim, cabe ao leitor descobrir se as confus\u00f5es de Arlequim conseguem unir ou separar os foli\u00f5es apaixonados. Com ilustra\u00e7\u00f5es de Bruna Assis Brasil, Arlequim de Carnaval \u00e9 um livro infantil, mas que aborda temas para todas as idades, al\u00e9m de ter um formato simples de pe\u00e7a de teatro, que pode ser encenada em qualquer lugar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas livrarias<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/arlequim-de-carnaval-3667838.html\">Saraiva<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/ARLEQUIM_DE_CARNAVAL\/artigo\/c277673c-26ef-4a09-b879-829d8963ed71\">Travessa<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/arlequim-de-carnaval-22871311\">Livraria Cultura<br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Arlequim-Carnaval-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8579620996\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465237257&amp;sr=8-1&amp;keywords=arlequim+de+carnaval\">Amazon<\/a><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;84&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Depois de trabalhar a terra e plantar as sementes, nada mais alegre do que colher os frutos. As festas juninas brasileiras, principalmente no Nordeste, celebram a prosperidade e a fartura das colheitas.\u00a0<em>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o<\/em>, de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, conta, em uma narrativa simples e metaf\u00f3rica, a hist\u00f3ria do desaparecimento do sol, que se escondeu deixando a terra escura e triste.<\/p>\n<p>O Noivo e a Noiva iam se casar \u00e0 luz de uma fogueira, mas se perdem. A Boneca de Milho n\u00e3o amadurece em espiga e o p\u00e1ssaro Uanari n\u00e3o canta mais. S\u00f3 h\u00e1 uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dan\u00e7ar uma quadrilha, achando o sol. Os personagens passam por v\u00e1rias provas nessa busca, sem perder a coragem e o sonho.<\/p>\n<p>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o\u00a0fala de amadurecimento e dos obst\u00e1culos que cada indiv\u00edduo deve superar para viver melhor. Baseada em brincadeiras populares da regi\u00e3o nordeste, os autores criaram uma pe\u00e7a teatral divertida e cheia de sabedoria, que, mesmo com a apar\u00eancia infantojuvenil, \u00e9 escrita para todas as idades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas livrarias<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/bandeira-de-sao-joao-4040616.html\">Saraiva<br \/>\n<\/a><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/BANDEIRA_DE_SAO_JOAO\/artigo\/252f9301-b239-4e11-b84e-476d0e2cb8b1\">Travessa<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/bandeira-de-sao-joao-29512775\">Livraria Cultura<br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Bandeira-S%C3%A3o-Jo%C3%A3o-Assis-Lima\/dp\/8579621208\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465237229&amp;sr=8-1&amp;keywords=bandeira+de+s%C3%A3o+jo%C3%A3o\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_single_image image=&#8221;728&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Cr\u00f4nicas para ler na escola<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Ronaldo Correia de Brito \u00e9 uma das vozes mais originais da literatura brasileira contempor\u00e2nea. Suas cr\u00f4nicas revelam um escritor apaixonado pela arte em todas as suas express\u00f5es. Ler sua obra \u00e9 como embarcar numa viagem e se aprofundar no conhecimento sobre os costumes e a realidade do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nascido no Cear\u00e1, Ronaldo faz de sua escrita um exerc\u00edcio de reflex\u00e3o e conhecimento. Dono de um estilo franco, transita com igual desenvoltura pelas tradicionais manifesta\u00e7\u00f5es de cultura oral e as mais distintas express\u00f5es da cultura erudita.<\/p>\n<p>A excel\u00eancia liter\u00e1ria das cr\u00f4nicas est\u00e1 na fala simples, nos temas aparentemente menores, mas que reflete com singularidade sobre o mundo de hoje. N\u00e3o importa de onde ele fala \u2014 se do Crato, de S\u00e3o Paulo de ou Paris \u2014, Ronaldo faz literatura e ponto final. E o Brasil \u00e9 tema recorrente \u2014 quando atravessa, por exemplo, a ponte Carlos, em Praga, percebe a semelhan\u00e7a com a cidade de Olinda, num domingo de Carnaval.<\/p>\n<p>O escritor n\u00e3o entende o imediatismo, o consumo desmedido e sup\u00e9rfluo, a massifica\u00e7\u00e3o dos gostos e opini\u00f5es. Valoriza o que \u00e9 atual, mas n\u00e3o aceita que a ignor\u00e2ncia do passado suprima o que de bom o homem j\u00e1 conquistou. Sem m\u00e1scaras, \u00e9 protagonista das cr\u00f4nicas que escreve, abordando com frequ\u00eancia suas lembran\u00e7as e trajet\u00f3rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas livrarias<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/cronicas-para-ler-na-escola-ronaldo-correa-de-brito-3533481.html\">Saraiva<br \/>\n<\/a><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/CRONICAS_PARA_LER_NA_ESCOLA\/artigo\/ba07bb94-5d5f-4bfd-a5ba-f56a5e63b8b6\">Travessa<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/ronaldo-correia-de-brito-cronicas-para-ler-na-22635241\">Livraria Cultura<br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Cr%C3%B4nicas-Escola-Ronaldo-Correa-Brito\/dp\/853900240X\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465237151&amp;sr=8-1&amp;keywords=cr%C3%B4nicas+para+ler+na+escola+ronaldo+correia+de+brito\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_single_image image=&#8221;445&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Retratos Imorais<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong><em>Retratos imorais<\/em><em>\u00a0<\/em>\u00e9 um livro inquietante; sua primeira impress\u00e3o \u00e9 a do choque. Ronaldo Correia de Brito se distancia de suas obras anteriores, amplifica as tens\u00f5es \u00edntimas de\u00a0<em>Galil\u00e9ia<\/em>\u00a0para criar uma cole\u00e7\u00e3o de contos cheia de f\u00faria, de dor, que vibra com uma for\u00e7a criadora pouco vista na literatura brasileira.<\/p>\n<p>Divididos em tr\u00eas se\u00e7\u00f5es, como a exposi\u00e7\u00e3o de retratos numa galeria, os contos nos mostram figuras de homens e mulheres despeda\u00e7ados, assombrados pela mem\u00f3ria e pelo impacto do presente. M\u00e3e e filho numa rela\u00e7\u00e3o obsessiva, um garoto que sonha o grande mundo, um cirurgi\u00e3o que no momento cr\u00edtico se sente paralisado.<\/p>\n<p>Suas imagens, suas frases, seus personagens desconcertam, mas nos levam a um dom\u00ednio mais profundo da literatura, que atinge a ess\u00eancia de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Nas livrarias<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/retratos-imorais-3061667.html\">Saraiva<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/RETRATOS_IMORAIS\/artigo\/920de839-2cd1-4596-bf68-cef2f9134e01\">Travessa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/retratos-imorais-19000401\">Livraria Cultura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Retratos-Imorais-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8579620228\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465235366&amp;sr=8-1&amp;keywords=retratos+imorais\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243;][vc_single_image image=&#8221;86&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Galil\u00e9ia<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Tr\u00eas primos atravessam o sert\u00e3o cearense para visitar o av\u00f4 Raimundo Caetano, patriarca de uma fam\u00edlia numerosa e decadente que definha na sede da fazenda Galil\u00e9ia. Ismael, Davi e Adonias passaram parte da inf\u00e2ncia ali, mas fizeram o poss\u00edvel para cortar seus la\u00e7os com a terra de origem. Fazem parte de uma gera\u00e7\u00e3o que largou o campo para nunca mais voltar. Foram viver no exterior, procuraram reconstruir a vida em Recife, em S\u00e3o Paulo, na Noruega.<\/p>\n<p>O que espera os tr\u00eas primos ao final da viagem \u00e9 uma volta radical a esta origem, a esta fazenda que um dia foi pr\u00f3spera, que oculta segredos e trai\u00e7\u00f5es e &#8220;onde as pessoas se movem como nas trag\u00e9dias&#8221;. Por mais que os protagonistas tenham se distanciado da viol\u00eancia que ronda a fam\u00edlia, voltar\u00e3o a senti-la de perto, descobrindo que nunca escaparam &#8211; ou escapar\u00e3o &#8211; ao destino que os cerca. Ter\u00e3o de se reencontrar com a fam\u00edlia e seus fantasmas, e reviver\u00a0hist\u00f3rias de adult\u00e9rio, vingan\u00e7a e morte.<\/p>\n<p><strong><em>Livro vencedor do Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Literatura<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3>Nas livrarias:<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.saraiva.com.br\/galileia-2602837.html\">Saraiva<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.travessa.com.br\/GALILEIA\/artigo\/764f8765-d1e8-462a-a622-26b512bc7447\">Travessa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/galileia-2622041\">Livraria Cultura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Galil%C3%A9ia-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8560281584\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1465235386&amp;sr=8-1&amp;keywords=galil%C3%A9ia\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_single_image image=&#8221;729&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<div id=\"divSinopse\" class=\"boxMarginBottom\">\n<h3 class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\">O Pav\u00e3o Misterioso<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\"><strong>Sinopse:<\/strong> Adapta\u00e7\u00e3o de um dos mais famosos cord\u00e9is nordestinos e uma verdadeira proeza no \u00e2mbito da literatura infanto-juvenil. A narrativa reflete influ\u00eancias \u00e1rabes e ib\u00e9ricas que desde o s\u00e9culo XVI alimentam o cordel, uma das mais leg\u00edtimas manifesta\u00e7\u00f5es culturais do Nordeste brasileiro.\u00a0O pav\u00e3o misterioso tem tra\u00e7os inspirados nas Mil e uma noites, de maneira semelhante a outros cord\u00e9is famosos, como A donzela Teodora e Jo\u00e3o Grilo. Na hist\u00f3ria, os ricos irm\u00e3os Jo\u00e3o e Lu\u00eds ficam infelizes ap\u00f3s a morte dos pais. Lu\u00eds decide viajar pelo mundo, e, nas long\u00ednquas terras do Oriente, encontra a mulher mais bela do planeta, Creusa, encarcerada por seu pai em uma torre. Lu\u00eds traz uma foto dela para o irm\u00e3o, que tamb\u00e9m se apaixona e cria um plano mirabolante para libert\u00e1-la. O suspense do livro \u00e9 saber como o pav\u00e3o misterioso poder\u00e1 ajudar Jo\u00e3o a resgatar Creusa da crueldade do pai.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\">Nas Livrarias:<br \/>\n<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"txtSpanFullAdjust\"><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Pav%C3%A3o-Misterioso-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8575033603\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1468231202&amp;sr=8-1&amp;keywords=o+pav%C3%A3o+misterioso+ronaldo+correia\">Amazon<\/a><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243;][vc_single_image image=&#8221;730&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;1&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<div id=\"divSinopse\" class=\"boxMarginBottom\">\n<h3 class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\">Livro dos Homens<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\"><strong>Sinopse:<\/strong> O autor de Faca, sucesso un\u00e2nime de cr\u00edtica, tamb\u00e9m desta editora, apresenta agora um segundo volume de contos. O universo destas hist\u00f3rias \u00e9 um sert\u00e3o de resson\u00e2ncias existenciais, denso, de linguagem depurada, que conjuga em perfeito equil\u00edbrio dureza e poesia. O espa\u00e7o amplo, a solid\u00e3o, os c\u00f3digos, h\u00e1bitos e constrangimentos sociais t\u00edpicos do sert\u00e3o d\u00e3o \u00e0s hist\u00f3rias uma austeridade digna de trag\u00e9dias cl\u00e1ssicas. Em alguns momentos, esse sopro cl\u00e1ssico se reflete em inteligentes investiga\u00e7\u00f5es morais, em outros, nos conflitos insol\u00faveis entre os personagens, quando dois ou mais pontos de vista, a seu modo igualmente justos, se enfrentam at\u00e9 as \u00faltimas consequ\u00eancias.\u00a0Mas Livro dos Homens marca, ainda, pela primeira vez na obra de Ronaldo Brito, o surgimento de enredos em que o imagin\u00e1rio sertanejo e o da cultura popular nordestina se encontram com a modernidade, como ocorre nos contos Qoh\u00e9let, Cravinho e Mexicanos.\u00a0Isso prova que, ao contr\u00e1rio do que se poderia pensar numa leitura apressada, o autor n\u00e3o se prop\u00f5e a fazer uma releitura dos temas e da t\u00e9cnica regionalista. Sua literatura \u00e9 inovadora, pessoal, encontrando liga\u00e7\u00f5es inesperados entre a for\u00e7a simb\u00f3lica da atmosfera sertaneja e a contemporaneidade na qual todos vivemos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"txtSpanFullAdjust\"><span id=\"lblSinopse\" class=\"txtDescricao\">Nas livrarias:<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"boxMarginBottom\"><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Livro-Homens-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8575033808\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1468231134&amp;sr=8-1&amp;keywords=livro+dos+homens+ronaldo+correia\">Amazon<\/a><\/div>\n<div class=\"boxMarginBottom\"><\/div>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_single_image image=&#8221;731&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Faca<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> A rica tradi\u00e7\u00e3o da literatura nordestina \u00e9 revigorada nestas hist\u00f3rias de amor e de morte, de vingan\u00e7a e paix\u00e3o, de solid\u00e3o e ci\u00fame, de coragem e trai\u00e7\u00f5es. Em suas narrativas, quase sempre de final surpreendente, o cearense Ronaldo Correia de Brito explora os valores de uma cultura onde as rela\u00e7\u00f5es entre as pessoas s\u00e3o determinadas por regras secas e duras. As catorze xilogravuras da artista Tita do R\u00eago Silva, feitas especialmente para a edi\u00e7\u00e3o, enfatizam o poder imag\u00e9tico dessa prosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Nas Livrarias:<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Faca-Ronaldo-Correia-Brito\/dp\/8575038508\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1468231245&amp;sr=8-1&amp;keywords=faca+ronaldo+correia\">Amazon<\/a>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_separator type=&#8221;small&#8221; position=&#8221;center&#8221; transparency=&#8221;1&#8243;][\/vc_tab][vc_tab title=&#8221;Cat\u00e1logo&#8221; tab_id=&#8221;1473759568556-4-3&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Fora de Cat\u00e1logo<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;534&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Novos ficcionistas pernambucanos (1989)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o meu primeiro livro. Ao lado dos contistas Rafael Rocha Neto, Jos\u00e9 Teles e Maria das Dores Cavalcanti, que tamb\u00e9m ganharam o pr\u00eamio, publico uma colet\u00e2nea de tr\u00eas narrativas com o t\u00edtulo de Tr\u00eas hist\u00f3rias na noite. O livro \u00e9 prefaciado pelo jornalista Ronildo Maia Leite.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00eamio Novos Ficcionistas Pernambucanos<\/strong><\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;532&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Arlequim\u00a0(1990)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com essa com\u00e9dia, Assis Lima e eu encerramos a Trilogia das Festas Brasileiras, composta junto com Baile do Menino Deus e Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o. Os trabalhos consistiam na escrita de um texto teatral, a encena\u00e7\u00e3o do mesmo e um disco com as m\u00fasicas do espet\u00e1culo. O livro foi publicado pela Companhia Editora de Pernambuco \u2013 Cepe \u2013, com capa de Romero Andrade Lima e orelha escrita pelo dramaturgo Rubem Rocha Filho.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00eamio Hermilo Borba Filho, Governo do Estado de PE<\/strong><\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;526&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Baile do Menino Deus\u00a0(1995)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo e o disco Baile do Menino Deus j\u00e1 tinham 12 anos de trajet\u00f3ria, quando escrevemos essa adapta\u00e7\u00e3o para prosa, publicada pela Editora Baga\u00e7o, com ilustra\u00e7\u00f5es de Rosinha. A Baga\u00e7o fez um \u00f3timo trabalho de divulga\u00e7\u00e3o e venda do livro, em todo nordeste, durante mais de 10 anos. As encena\u00e7\u00f5es se multiplicaram por todo o Brasil, tornando o texto e a m\u00fasica de dom\u00ednio p\u00fablico com autores vivos.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;533&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>As noites e os dias\u00a0(1996)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 na Editora Baga\u00e7o que eu fa\u00e7o a minha estreia com um livro de contos. S\u00e3o 12 narrativas apresentadas por Mario H\u00e9lio, e capa bem simples, em que se reproduzem detalhes da gravura a Queda do Anjo, de Gilvan Samico. Gra\u00e7as a essa edi\u00e7\u00e3o fui lido por Davi Arrigucci Jr., que me convidou para publicar na CosacNaify, com os editores Augusto Massi e Rodrigo Lacerda. Os contos de As noites e os dias foram reescritos e republicados em Faca, Livro dos homens e Retratos imorais.[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;660&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o\u00a0(1997)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Da mesma maneira que hav\u00edamos feito com o Baile do Menino Deus, adaptamos a forma teatral de Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o em prosa, e publicamos pela Editora Baga\u00e7o, com ilustra\u00e7\u00f5es de Rosinha. O livro foi um grande sucesso de vendas e encena\u00e7\u00f5es. Contribuiu para isso, a grava\u00e7\u00e3o em disco das m\u00fasicas do espet\u00e1culo, pelo selo Eldorado.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;661&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Arlequim (1998)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro \u00eaxito da Baga\u00e7o, a edi\u00e7\u00e3o em prosa do texto teatral, ilustrada por Rosinha. Terceiro e \u00faltima produ\u00e7\u00e3o da Trilogia das Festas Brasileiras, seguiu a mesma trajet\u00f3ria dos dois primeiros, ganhando in\u00fameras encena\u00e7\u00f5es e pr\u00eamios.[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;663&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Baile do Menino Deus (2003)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro faz parte de uma cole\u00e7\u00e3o organizada por Ruth Rocha, com mais quatro livros, todos editados pela Objetiva para o Programa Nacional Biblioteca da Escola. Da cole\u00e7\u00e3o fazem parte autores famosos. Ela foi selecionada para compra, vendendo quase meio milh\u00e3o de exemplares. Os livrinhos s\u00e3o modestamente editados, para se tornarem baratos e populares. Mas, gra\u00e7as a esta aquisi\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, o Baile tornou-se conhecido e muito encenado em todo Brasil. As ilustra\u00e7\u00f5es s\u00e3o de Pinky Wainer e o texto de apresenta\u00e7\u00e3o de Ruth Rocha.[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;666&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o (2005)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pe\u00e7a editada para o mesmo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), pela editora Objetiva, com ilustra\u00e7\u00f5es de Glenda Rubinstein[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;normal&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_single_image image=&#8221;668&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; qode_css_animation=&#8221;&#8221;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h3>Arlequim de Carnaval (2005)<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m editada para o Programa Nacional Biblioteca da Escola, pela editora Objetiva, com ilustra\u00e7\u00f5es de Glenda Rubinstein. A partir dessa edi\u00e7\u00e3o, Assis Lima e eu passamos a chamar a pe\u00e7a de Arlequim de Carnaval, para n\u00e3o se confundir com v\u00e1rios outros textos mais famosos, com o t\u00edtulo Arlequim.[\/vc_column_text][\/vc_tab][vc_tab title=&#8221;Cr\u00edtica&#8221; tab_id=&#8221;1464030788713-2-5&#8243;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Fortuna Cr\u00edtica<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; thickness=&#8221;0&#8243; up=&#8221;0&#8243; down=&#8221;36&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/lombadaquadrada.com\/2017\/01\/07\/casa-grande-criminalidade\/\">Casa grande &amp; criminalidade<\/a>, por<strong> Renata Beltr\u00e3o<\/strong> (2017)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rascunho.com.br\/borroes-do-ser-humano\/\">Borr\u00f5es do ser humano<\/a>, por <strong>Altair Martins<\/strong> (2016)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.valor.com.br\/cultura\/4229618\/tragedias-familiares-ocultas-nas-sombras\">Trag\u00e9dias familiares ocultas nas sombras<\/a>, por <strong>Gon\u00e7alo Junior<\/strong> (2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ilustrada\/2015\/09\/1680527-ronaldo-correia-de-brito-traca-painel-memoravel-e-sombrio-em-novo-livro.shtml\">Ronaldo Correia de Brito tra\u00e7a painel memor\u00e1vel e sombrio em novo livro<\/a>, por <strong>Marcelo O. Dantas<\/strong> (2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.suplementopernambuco.com.br\/edicao-impressa\/77-capa\/1432-ronaldo-escuta-os-fantasmas-da-casa.html\">Ronaldo escuta os fantasmas da casa<\/a>, por <strong>Schneider Carpeggiani<\/strong> (2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/cultura.estadao.com.br\/noticias\/literatura,ronaldo-correia-de-brito-retoma-o-mundo-arcaico-em-novo-livro,1748503\">Ronaldo Correia de Brito retoma o mundo arcaico em novo livro<\/a>, por <strong>Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Filho<\/strong> (2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.revistaamalgama.com.br\/12\/2015\/o-amor-das-sombras-ronaldo-correia-de-brito-resenha\/\">Pertencer e separar<\/a>, por <strong>Douglas Marques<\/strong> (2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.periodicos.letras.ufmg.br\/index.php\/o_eixo_ea_roda\/article\/view\/5908\">Realidade e representa\u00e7\u00e3o no romance regionalista brasileiro: tradi\u00e7\u00e3o e atualidade<\/a>, por <strong>Juliana Santini<\/strong><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rascunho.com.br\/recife-1964-degradante-e-degradado\/\">Recife, 1964: degradante e degradado<\/a>, por <strong>Luiz Paulo Faccioli<\/strong> (2013)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/caderno-g\/colunistas\/jose-castello\/a-chave-do-sonho-1jmuctkykyljua9uzkhh2c9xq\">A chave do sonho<\/a>, por <strong>Jos\u00e9 Castello<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Revista-Bravo-01-10-2012.pdf\">O sert\u00e3o na cidade<\/a>, por <strong>Vin\u00edcius Jatob\u00e1<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Revista-Bravo-01-10-2012.pdf\">Um &#8220;outsider&#8221; pelas ruas do Recife<\/a>, por\u00a0<strong>Noemi Jaffe<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/revistaseletronicas.pucrs.br\/ojs\/index.php\/navegacoes\/article\/view\/12782\">Na viagem pelo sert\u00e3o de Galileia, outras modula\u00e7\u00f5es regionais<\/a>, por <strong>M\u00e1rcia Rios da Silva<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.amalgama.blog.br\/10\/2012\/estive-la-fora-ronaldo-correia-de-brito\/\">Sem sa\u00edda<\/a>, por <strong>Daniel Lopes<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rascunho.com.br\/familias-terrivelmente-infelizes\/\">Fam\u00edlias terrivelmente infelizes<\/a>, por <strong>Marcio Renato dos Santos<\/strong> (2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/repositorio.unb.br\/bitstream\/10482\/9914\/1\/DISSERTACAO_NATHALIA_CLARK.pdf\">Faca-face de um feminino sertanejo<\/a>, disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de <strong>Nathalia Clark<\/strong> (2011)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/cultura.estadao.com.br\/noticias\/geral,uma-narrativa-que-se-move-pelo-embate-imp-,608224\">Uma narrativa que se move pelo embate<\/a>, por <strong>Ricardo L\u00edsias<\/strong> (2010)<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.google.com.br\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=4&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0ahUKEwj4vtPHnOvNAhVHlpAKHX8fD7oQFggwMAM&amp;url=http%3A%2F%2Fstat.correioweb.com.br%2Fcbonline%2F2010_10%2FENSAIO.doc&amp;usg=AFQjCNF-MuhpqQmABD6-DaoeDx7MO6cFGg&amp;sig2=CqkgerNYRe_KjBOOJx7C0A\">No caos, a compaix\u00e3o<\/a>, por <strong>Everardo Nor\u00f5es<\/strong> (2010)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.pagina12.com.ar\/diario\/suplementos\/libros\/10-4074-2010-11-28.html\">Desierto en familia<\/a>, por <strong>Alicia Plante<\/strong> (2010)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Livro-dos-homens-artigo-Everardo-Nor\u00f5es.pdf\">Davi entre as feras<\/a>, por <strong>Cristhiano Aguiar<\/strong><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.germinaliteratura.com.br\/2010\/colunapanaplo_jorgepieiro_jun10.html\">O sert\u00e3o existencialista de Ronaldo Correia de Brito<\/a>, por <strong>Jorge Pieiro<\/strong> (2010)<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/paisagensdacritica.wordpress.com\/2009\/01\/04\/galileia-de-ronaldo-correia-de-brito\/\">Galileia, de Ronaldo Correia de Brito<\/a>, por <strong>J\u00falio Pimentel Pinto<\/strong> (2009)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.verdestrigos.org\/sitenovo\/site\/cronica_ver.asp?id=1666\">O peso tr\u00e1gico do atavismo na melhor fic\u00e7\u00e3o brasileira de 2008<\/a>, por <strong>Chico Lopes<\/strong> (2009)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Resenha-Correio-da-Paraiba.pdf\">Um outro olhar sobre o sert\u00e3o<\/a>, por <strong>Astier Bas\u00edlio<\/strong> (2009)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Resenha-Jornal-do-Brasil.pdf\">Os filhos e o eterno retorno a si, ao pai e ao sert\u00e3o<\/a>, por <strong>Andr\u00e9 de Leones<\/strong> (2009)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Ensaios-de-Jorge-Pieiro.pdf\">O sert\u00e3o existencialista de Ronaldo Correia de Brito<\/a>, por <strong>Jorge Pieiro <\/strong>(2009)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/limacoelho.jor.br\/index.php\/Uma-releitura-do-sert-o-Galil-ia-de-Ronaldo-Correia-de-Brito\/\">Uma releitura do sert\u00e3o: \u201cGalil\u00e9ia\u201d, de Ronaldo Correia de Brito<\/a>, por <strong>Joca Reiners Terron<\/strong> (2008)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/acervo.estadao.com.br\/pagina\/#!\/20081026-42012-nac-178-cd2-d1-not\">Uma viagem ao mundo arcaico<\/a>, por <strong>Antonio Gon\u00e7alves Filho<\/strong> (2008)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Galil\u00e9ia-Ricardo-L\u00edsias.pdf\">Galileia<\/a>, por <strong>Ricardo L\u00edsias<\/strong><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Artigo-Cristhiano-Aguiar-sobre-Livro-dos-homens.pdf\">Bereshith ou o que se fala aos homens<\/a>, por<strong> Cristhiano Aguiar<\/strong><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Resenha-de-Alberto-Mussa-sobre-Livro-dos-Homens.pdf\">O livro dos homens<\/a>, por <strong>Alberto Mussa <\/strong>(2005)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/fsp\/ilustrad\/fq2911200811.htm\">Em &#8220;Galil\u00e9ia&#8221;, autor usa B\u00edblia para contar hist\u00f3ria no sert\u00e3o<\/a>, por <strong>Viven Lando<\/strong> (2008)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.revistacontinente.com.br\/conteudo\/1039-revista\/registro\/15680-de-volta-a-galileia.html\">De volta \u00e0 Galileia<\/a>, por <strong>Artur de Ata\u00edde<\/strong> (2008)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/acervo.estadao.com.br\/pagina\/#!\/20050508-40745-nac-156-cd2-d2-not\/busca\/Ronaldo+Correia+Brito\">Cinema marca a vida do autor cearense<\/a>, por <strong>Antonio Gon\u00e7alves Filho<\/strong> (2005)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Livro-dos-homens-artigo-Everardo-Nor\u00f5es.pdf\">A dial\u00e9tica da compaix\u00e3o<\/a>, por <strong>Everardo Nor\u00f5es<\/strong> (2005)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/fsp\/ilustrad\/fq1502200325.htm\">Faca amolada<\/a>, por <strong>Cassiano Elek Machado<\/strong> (2003)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Pref\u00e1cio-de-Ruth-Rocha-sobre-Baile-do-Menino-Deus.pdf\">Um cl\u00e1ssico que vem do Nordeste<\/a>, por <strong>Ruth Rocha<\/strong> (2003)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.almirdefreitas.com\/almir\/Faca___Ronaldo_Correia_de_Brito.html\">Os segredos que restaram<\/a>, por <strong>Almir de Freitas<\/strong> (2003)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.revistacontinente.com.br\/conteudo\/1077-revista\/autores\/18073-os-sinais-dos-tempos.html\">Os sinais dos tempos<\/a>, por <strong>M\u00e1rio H\u00e9lio<\/strong> (1999)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Nilto-Maciel-Ensaio-sobre-os-contos-de-As-noites-e-os-dias-e-Faca.pdf\">Uma arte sutil, \u00e1spera e tr\u00e1gica<\/a>, por <strong>Raimundo Carrero<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tab][vc_tab title=&#8221;FAQ&#8221; tab_id=&#8221;1464030831194-3-6&#8243;][vc_column_text]<b>Como surgiu seu gosto pela literatura, j\u00e1 que sua forma\u00e7\u00e3o \u00e9 na \u00e1rea da sa\u00fade? Foi f\u00e1cil criar essa ponte entre as carreiras de m\u00e9dico e escritor?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Meu gosto pela literatura \u00e9 anterior \u00e0 decis\u00e3o de estudar medicina. Desde crian\u00e7a gostava de ler e escrevia pe\u00e7as de teatro para a escola. A medicina, por ser uma profiss\u00e3o humanista, que lida de perto com a dor e a alegria do homem, foi uma escolha natural, a que mais se aproximava do meu interesse pelas artes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A medicina, de alguma maneira, influencia sua literatura? Como concilia as duas carreiras?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Sim, influencia bastante. Como o russo Tchekhov, tenho personagens m\u00e9dicos e pacientes e hist\u00f3rias que se passam no ambiente hospitalar. Transito facilmente do exerc\u00edcio da medicina para a escrita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor j\u00e1 disse que por muito tempo relutou em publicar seus livros, pois achava que j\u00e1 existiam muitos livros no mundo. Como mudou de ideia?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Mesmo pensando dessa maneira, eu escrevia bastante. E quem escreve com disciplina, um dia deseja publicar seus escritos. Eu terminei caindo nesta cilada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Logo na inf\u00e2ncia, quando ainda vivia no sert\u00e3o, o senhor j\u00e1 se ocupava em escrever cartas para pessoas que n\u00e3o eram alfabetizadas \u00e0 la \u201cCentral do Brasil\u201d. At\u00e9 que ponto esse tipo de atividade influenciou sua forma\u00e7\u00e3o educacional?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Escrever cartas \u00e9 uma maneira de fazer literatura. Boa parte da obra de Balzac se comp\u00f5e de cartas. Acho que minha inicia\u00e7\u00e3o com a escrita se faz atrav\u00e9s dessas cartas que eu escrevia para as pessoas comuns, analfabetas, mas que tinham uma hist\u00f3ria para narrar e sabiam narr\u00e1-la bem, atrav\u00e9s dos recursos da oralidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Em sua biografia percebemos uma grande paix\u00e3o pela leitura, maior at\u00e9 mesmo do que a vontade de escrever. Existe algum conflito entre essas duas atividades?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Na vida de um escritor n\u00e3o pode existir conflito entre o gosto de ler e o de escrever. N\u00e3o existe bom escritor que n\u00e3o seja excelente leitor. \u00c0s vezes gostaria de ocupar-me mais com a leitura do que com a escrita. \u00c9 um desejo natural de quem passou boa parte da vida lendo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ainda na adolesc\u00eancia o senhor teve contato com muitas obras importantes e, certamente, isso influenciou sua vontade de escrever. Nos dias de hoje, em que o acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es \u00e9 facilitado pela tecnologia, por que a taxa de leitura no Brasil ainda \u00e9 t\u00e3o baixa?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Vivemos um tempo em que os livros de papel perderam espa\u00e7o para outras formas de comunica\u00e7\u00e3o. As pessoas preferem as redes sociais, a TV, o cinema, o telefone celular, a tela de um computador. Isso n\u00e3o \u00e9 apenas no Brasil. Com os alunos da Sorbonne acontece a mesma coisa. Aqui no Brasil, n\u00f3s saltamos o tempo do prest\u00edgio do livro e do ato de ler, porque nossa sociedade era muito pobre e na maioria analfabeta. Entramos na era tecnol\u00f3gica sem termos vivenciado a plenitude dos livros e da leitura. Teremos de inventar um caminho pr\u00f3prio para motivar nossas crian\u00e7as e jovens a gostar de ler.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Sempre foi muito comum no sert\u00e3o a tradi\u00e7\u00e3o da narrativa oral. Ainda hoje esse tra\u00e7o continua muito presente na vida dos nordestinos?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Era bem mais forte na minha inf\u00e2ncia. Havia narradores profissionais, parecidos com o Griot da \u00c1frica Ocidental, que preservavam as hist\u00f3rias orais das tribos e vilas. Mas eu acho que a necessidade de narrar continua muito forte, como um tra\u00e7o formador do homem. N\u00e3o podemos viver sem contar e ouvir hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor realizou um longo trabalho de estudos e resgate da cultura popular nordestina. Acredita que ela ainda esteja bem viva no cotidiano da popula\u00e7\u00e3o ou foi se dissolvendo com o passar do tempo?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b>R \u2013 Algumas tradi\u00e7\u00f5es desapareceram como os rituais de encomendar os mortos com cantos f\u00fanebres. O teatro popular \u2013 reisado, lapinha, boi de reis, etc. \u2013 se enfraqueceu bastante, porque ele era ligado \u00e0s comunidades agr\u00e1rias ou a corpora\u00e7\u00f5es de of\u00edcio, e essas tamb\u00e9m quase desapareceram. O que era cultura popular viva transformou-se em folclore, que possui significado diferente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b><b>Como foi conviver em Recife, ainda t\u00e3o jovem, com intelectuais como Ariano Suassuna, \u00c2ngelo Monteiro e Marcus Accioly?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Essa pergunta eu tamb\u00e9m me fa\u00e7o. Como esses intelectuais aceitavam a conviv\u00eancia de um fedelho de olhos arregalados, ouvindo e prestando aten\u00e7\u00e3o em tudo? Fui aluno de universidades informais, como a dos artistas populares, e achei que nelas aprendi bem mais do que no ensino formal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>As pe\u00e7as \u2018Baile do Menino Deus\u2019, \u2018Bandeira de S\u00e3o Jo\u00e3o\u2019 e \u2018Arlequim\u2019 mostram outro lado do senhor como escritor. Como foram essas experi\u00eancias?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Eu acrescentaria \u2018O Pav\u00e3o Misterioso\u2019. Essas pe\u00e7as, que foram e s\u00e3o encenadas in\u00fameras vezes, tiveram a m\u00fasica gravada em disco, os textos dram\u00e1ticos e as adapta\u00e7\u00f5es em prosa editados, s\u00e3o uma parceira com o poeta Assis Lima e o m\u00fasico Antonio Madureira. Nessas quatro obras, trabalhamos com os materiais de nossas pesquisas em cultura popular, e acho tudo bem afinado com o restante da minha produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Nos filmes \u2018O Cavaleiro Reisado\u2019 e \u2018Lua Cambar\u00e1\u2019, o senhor atuou como diretor. Pensa em trabalhar com cinema novamente?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 No papel de diretor, n\u00e3o. Gosto de ceder textos para adapta\u00e7\u00f5es e posso at\u00e9 ajudar na concep\u00e7\u00e3o dos roteiros. Mas, fico por a\u00ed mesmo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Alguns de seus contos como &#8220;Duas Mulheres em Preto e Branco&#8221; e &#8220;Lua Cambar\u00e1&#8221; j\u00e1 foram adaptados para o cinema e o teatro. O senhor credita essas adapta\u00e7\u00f5es a alguma caracter\u00edstica espec\u00edfica de sua constru\u00e7\u00e3o narrativa? As adapta\u00e7\u00f5es o agradaram?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b>R \u2013 Gosto da primeira adapta\u00e7\u00e3o do \u2018Lua Cambar\u00e1\u2019 para cinema, em super 8, o primeiro e \u00fanico longa nessa bitola. Gostei muito da dire\u00e7\u00e3o de Moacir Chaves para \u2018Duas Mulheres em Preto e Branco\u2019 \u2013 o filme baseado nesse conto ainda n\u00e3o saiu. Como vi muito cinema, \u00e9 poss\u00edvel que minha escrita tenha afinidades com essa linguagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b><b>Seu primeiro livro, \u2018Tr\u00eas Hist\u00f3rias na Noite\u2019, foi lan\u00e7ado em 1989 e desde ent\u00e3o o senhor j\u00e1 publicou contos, fic\u00e7\u00e3o e romance. Tem prefer\u00eancia por algum estilo?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Acho que escrevo contos com facilidade. O romance \u00e9 bem mais cansativo, por\u00e9m n\u00e3o tenho prefer\u00eancias, transito pela cr\u00f4nica, o ensaio e o teatro, da mesma maneira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Sua estreia como romancista foi com a publica\u00e7\u00e3o \u2018Galileia\u2019, o que tamb\u00e9m marcou uma grande reviravolta em sua carreira. Por quais motivos o senhor acha que esse livro \u00e9 considerado um marco?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Creio que lancei um olhar novo sobre o sert\u00e3o. T\u00ednhamos \u2018O Sertanejo\u2019 de Jos\u00e9 de Alencar, com sua vis\u00e3o rom\u00e2ntica. E \u2018Os Sert\u00f5es\u2019 de Euclides; \u2018Grande Sert\u00e3o: Veredas\u2019 de Guimar\u00e3es \u2013 po\u00e9tico e metaf\u00edsico; \u2018O Romance da Pedra do Reino\u2019, de Ariano, narrativa \u00e9pica e m\u00edtica; o sert\u00e3o de Raquel de Queiroz e Graciliano Ramos, com certo grau de den\u00fancia social. Galileia reinventa o tema, falando de um sert\u00e3o em ru\u00ednas, transformado em periferia urbana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Em \u2018Estive l\u00e1 Fora\u2019 o per\u00edodo da ditadura militar \u00e9, de certa forma, retratado. Como foi criar uma mistura entre a fic\u00e7\u00e3o e a realidade?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Acho que durante o processo da escrita transformamos o discurso em romance e a hist\u00f3ria reescreve a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor chegou a participar de algum movimento contra a ditadura? Quais suas recorda\u00e7\u00f5es desse per\u00edodo?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b>R \u2013 Eu nunca me filiei a nenhum partido, isso era contra os meus princ\u00edpios de liberdade. Mas as minhas atitudes perante a vida e as minhas a\u00e7\u00f5es eram assumidamente contra a ditadura militar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/b><b>\u00c9 poss\u00edvel tra\u00e7ar alguma compara\u00e7\u00e3o entre os irm\u00e3os Geraldo e Cirilo, de \u2018Estive l\u00e1 Fora\u2019, com o jovem Ronaldo que chegou ao Recife na d\u00e9cada de 60?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Sim, h\u00e1 muitos pontos em comum. As biografias dos escritores terminam se confundindo um pouco com a dos seus personagens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Podemos entender que os contos de \u2018Livros dos Homens\u2019 nos guiam em dire\u00e7\u00e3o a um melhor entendimento sobre o comportamento humano?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Todos os meus escritos buscam esse entendimento. Se eu n\u00e3o o alcan\u00e7o, necessito melhorar como escritor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Como foi o seu trabalho como escritor-residente da Universidade de Berkeley, Calif\u00f3rnia?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Um escritor residente recebe os alunos que estudam sua obra, d\u00e1 uma confer\u00eancia e faz a leitura de um texto seu na biblioteca do Departamento. No meu caso, tamb\u00e9m fui pra sala de aula.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Quais s\u00e3o os livros ou autores que n\u00e3o podem faltar em sua mesa de cabeceira?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Eles variaram muito, ao longo dos anos. Alguns, nunca deixaram de estar por perto: Borges, Whitman, Tchekhov, Dostoievski, Guimar\u00e3es Rosa, a B\u00edblia, As Mil e Uma Noites, O Mahabharata.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor tem predile\u00e7\u00e3o por autores russos cl\u00e1ssicos como Tolstoi e Dostoievski. O senhor costuma ler algo contempor\u00e2neo tamb\u00e9m?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Mais da metade do que leio, atualmente, s\u00e3o escritores contempor\u00e2neos, sobretudo os brasileiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Por conta de algumas caracter\u00edsticas gerais muitos autores passam a ser conhecidos como regionalistas. Por que o senhor dispensa esse t\u00edtulo?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Eu n\u00e3o dispenso que me vinculem ao meu lugar de origem, \u00e0 minha paisagem, ao meu mundo. Dispenso que me filiem ao Romance de 30, ao Movimento Regionalista criado por Gilberto Freyre, em 1926. Com este, n\u00e3o tenho nada a ver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor j\u00e1 participou de eventos no exterior, como Feira do Livro de Leipzig, Sal\u00e3o do Livro de Paris, Feira de Frankfurt, e lan\u00e7ou o livro de contos \u2018Faca\u2019 em franc\u00eas. Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o da literatura brasileira em outros pa\u00edses?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Da mesma maneira que o mercado editorial brasileiro se abre \u00e0 publica\u00e7\u00e3o de tudo o que \u00e9 editado nos outros pa\u00edses, tamb\u00e9m precisamos colocar nossa literatura l\u00e1 fora. Isso n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. No momento lutamos para convencer as pessoas e os outros mercados de que essa literatura existe, de que n\u00e3o somos apenas o pa\u00eds do futebol e das mulatas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da literatura e de eventos como as Feiras de Livros na forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e jovens?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 O Brasil precisa superar o analfabetismo real e funcional. N\u00f3s seremos um grande pa\u00eds no dia que tivermos uma boa educa\u00e7\u00e3o, de amplo alcance. A literatura \u00e9 fundamental nisso. Os Eventos liter\u00e1rios ajudam a divulgar os livros e a aproximar autores de leitores comuns, acabar com o glamour da literatura, mostrando-a como um of\u00edcio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O senhor tem algum conselho para dar aos jovens escritores, principalmente \u00e0queles que tamb\u00e9m conciliam a carreira com outras profiss\u00f5es?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Leiam muito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Quais s\u00e3o os seus pr\u00f3ximos planos liter\u00e1rios?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>R \u2013 Trabalho um novo romance e um novo livro de contos.[\/vc_column_text][\/vc_tab][\/vc_tabs][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; up=&#8221;36&#8243;][vc_separator type=&#8221;transparent&#8221; up=&#8221;36&#8243;][button icon=&#8221;&#8221; target=&#8221;_self&#8221; hover_type=&#8221;default&#8221; text=&#8221;Entre em contato&#8221; link=&#8221;http:\/\/www.ronaldocorreiadebrito.com.br\/site2\/contato-2\/&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row row_type=&#8221;row&#8221; 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